Festival Literário Internacional de Querença

Festival Literário Internacional de Querença O FLIQ compreende um conjunto de acções orientadas para a PALAVRA: escrita, dita, lembrada, cantad

O FLIQ - Festival Literário Internacional de Querença, organizado pela Fundação Manuel Viegas Guerreiro, compreende um conjunto de acções distribuídas por três dias, de cariz cultural, orientadas para a PALAVRA: escrita, dita, lembrada, cantada, subvertida, dançada, encenada, discutida. Tem como objectivos fortalecer e celebrar a dimensão comunicativa da Literatura, contribuir para reforçar um ambiente literário estimulante no Algarve, difundir reflexões glocais e valorizar a região enquanto lugar “identitário, relacional e histórico” (Marc Augé). Destinado a especialistas literários e a todos os interessados por diversas manifestações estéticas que têm a palavra como matéria, o FLIQ dirige-se ao público universitário da Educação, Literatura, Arte e Cultura nacional e internacional mas, é transversal a todos os que nutrem o gosto de fruição de momentos, espaços e ambientes culturais únicos. Inclui-se ainda o público infanto-juvenil, através da dinamização de ateliers vocacionados. Além da homenagem da obra de um escritor vivo, incluem-se no programa do FLIQ, a realização de conferências, conversas, performances artísticas. A produção de conteúdos de divulgação e promoção literárias AO LONGO DO ANO, em suporte digital e de acesso universal, como forma de ampliação e fortalecimento das acções do FLIQ, acompanhados de iniciativas periódicas dinamizadas na Fundação Manuel Viegas Guerreiro, que visem a criação de público para este equipamento cultural.

BOSQUE POLIFÓNICOEcomúsica e Literatura nas paisagens culturais de Querença.Autoria do tema: Miguel Berkemeiernuma encom...
18/09/2026

BOSQUE POLIFÓNICO
Ecomúsica e Literatura nas paisagens culturais de Querença.

Autoria do tema: Miguel Berkemeier
numa encomenda Fundação Manuel Viegas Guerreiro

Com Câmara Municipal de Loulé
CCDR Algarve - Unidade de Cultura

PARTILHAM-SE INSTANTÂNEOS DA APRESENTAÇÃO DO MAIS RECENTE LIVRO DA Fundação Manuel Viegas Guerreiro: 𝘍𝘦𝘴𝘵𝘪𝘷𝘢𝘭 𝘓𝘪𝘵𝘦𝘳𝘢́𝘳𝘪𝘰...
16/09/2026

PARTILHAM-SE INSTANTÂNEOS DA APRESENTAÇÃO DO MAIS RECENTE LIVRO DA Fundação Manuel Viegas Guerreiro: 𝘍𝘦𝘴𝘵𝘪𝘷𝘢𝘭 𝘓𝘪𝘵𝘦𝘳𝘢́𝘳𝘪𝘰 𝘐𝘯𝘵𝘦𝘳𝘯𝘢𝘤𝘪𝘰𝘯𝘢𝘭 𝘥𝘦 𝘘𝘶𝘦𝘳𝘦𝘯𝘤̧𝘢: 𝘊𝘢𝘵𝘢́𝘭𝘰𝘨𝘰 2025, dedicado à vida Literária da escritora multipremiada, Lídia Jorge.

Um ano após o FLIQ, a Fundação edita o livro que o revela.
Pode consultá-lo e levar para casa, a partir de Querença ou de um pedido através do 𝘦𝘮𝘢𝘪𝘭: [email protected].

Fotografia©Mário Lino
Fundação Calouste Gulbenkian
Câmara Municipal de Loulé
instagram.com/ritarosabravo
instagram.com/miguelberkemeier


https://web.facebook.com/ManuelViegasGuerreiro/posts/pfbid0cwZq9mPVwgVaY8nZ7pSK4k67gBXH8wcjggy33aAP5rTv1RQNt3fwbxhWFPZXUDvPl

15/09/2026

PAISAGENS LITERÁRIAS, SONORAS E ARTÍSTICAS na apresentação do livro Festival Literário Internacional de Querença: Catálogo 2025, no dia 12 de Setembro, na Fundação Manuel Viegas Guerreiro (FMVG).

Literatura, natureza e artes reunidas à poesia de Casimiro de Brito, Teresa Rita Lopes (que faria, nesse dia, 89 anos), Gastão Cruz, Nuno Júdice e Lídia Jorge.

Cinco FLIQs depois, 10 anos após a 𝑃𝑟𝑒𝑚𝑖𝑒̀𝑟𝑒, revisitamos dezenas de colaborações e iniciativas em mais de duas centenas de páginas que revelam o FLIQ 2025, inteiramente dedicado a Lídia Jorge.

O programa teve início com o violino de Miguel Berkemeier, com o tema inédito — 𝐵𝑜𝑠𝑞𝑢𝑒 𝑃𝑜𝑙𝑖𝑓𝑜́𝑛𝑖𝑐𝑜 — filmado em Junho, em Querença: Fonte da Benémola, Povo, Percurso Eco-Botânico Manuel Gomes Guerreiro e Fundação. Ao longo da tarde, expandiram-se cordas e territórios, para além de Querença.

Partilhamos ao longo desta semana alguns dos momentos mais impactantes do encontro que incluiu a apresentação do livro que leva a chancela da Fundação, por Ana Paula Coutinho Mendes. Somou-se a poesia dos cinco homenageados no FLIQ, lida por Rita Bravo em «Quinteto poético FLIQ». No final, Lídia Jorge desafiou a Rita para apresentar um dos seus poemas. 𝐶ℎ𝑎𝑙𝑙𝑒𝑛𝑔𝑒 aceite!

Fique atento às fotografias da sessão e à publicação do tema encomendado pela FMVG a Miguel Berkemeier, que se junta agora ao videoclipe 𝐴 𝑅𝑎𝑖𝑧, realizado para o PEB-MGG em 2020, numa altura em que a vegetação era ainda embrionária. Ambos aliam a música, a natureza e o património.

Com Fundação Calouste Gulbenkian
Câmara Municipal de Loulé

NO MÊS DO ANIVERSÁRIO DE LUÍS GUERREIROMentor do FLIQ - Festival Literário Internacional de Querençacelebra-se a última ...
11/09/2026

NO MÊS DO ANIVERSÁRIO DE LUÍS GUERREIRO
Mentor do FLIQ - Festival Literário Internacional de Querença

celebra-se a última edição do FLIQ, em 2025, através do livro que o materializa para memória futura.

Ao longo de três dias, há um ano, prestou-se tributo à vida literária de Lídia Jorge. Amanhã, sábado, a escritora estará de novo em Querença para folhear essa homenagem.

O Sul Informação dá conta da sua apresentação, amanhã, pelas 18h, na Fundação Manuel Viegas Guerreiro: https://www.sulinformacao.pt/2026/09/homenagem-a-lidia-jorge-no-fliq-apresentada-em-livro/

Entrada livre.

Com Fundação Calouste Gulbenkian
Câmara Municipal de Loulé

12 SETEMBRO | 18H | QUERENÇANÃO PERCA, NA FUNDAÇÃO MANUEL VIEGAS GUERREIRO, NO PRÓXIMO SÁBADOApresentação do livro Festi...
09/09/2026

12 SETEMBRO | 18H | QUERENÇA
NÃO PERCA, NA FUNDAÇÃO MANUEL VIEGAS GUERREIRO, NO PRÓXIMO SÁBADO

Apresentação do livro Festival Literário Internacional de Querença: Catálogo 2025, por Ana Paula Coutinho Mendes, professora catedrática da Faculdade de Letras do Porto.
Música a poesia abrem o programa a partir das 18h.
Entrada livre.

Agradece-se a divulgação na imprensa regional, aqui, no jornal Barlavento:
https://www.barlavento.pt/livro-homenagem-lidia-jorge.../

Fotografia FMVG | Telma Veríssimo
Da esq. para a dir.: Paulo Guerra, João Silva Miguel, Lídia Jorge, Pilar del Río e Carlos Albino na Fundação Manuel Viegas Guerreiro, em Setembro de 2025, por altura do 5.º Festival Literário Internacional de Querença | Os grandes navios da Terra, homenagem a Lídia Jorge.

Apoio à edição: Fundação Calouste Gulbenkian
Com Câmara Municipal de Loulé

𝗟𝗨𝗜́𝗦 𝗚𝗨𝗘𝗥𝗥𝗘𝗜𝗥𝗢 | 𝟭𝟵𝟲𝟬-𝟮𝟬𝟭𝟳𝗧𝗥𝗜𝗕𝗨𝗧𝗢 𝐄𝐦 𝟐𝟎𝟏𝟕, a Fundação Manuel Viegas Guerreiro (FMVG) realiza a 2.ª edição do FLIQ – Fes...
14/08/2026

𝗟𝗨𝗜́𝗦 𝗚𝗨𝗘𝗥𝗥𝗘𝗜𝗥𝗢 | 𝟭𝟵𝟲𝟬-𝟮𝟬𝟭𝟳
𝗧𝗥𝗜𝗕𝗨𝗧𝗢

𝐄𝐦 𝟐𝟎𝟏𝟕, a Fundação Manuel Viegas Guerreiro (FMVG) realiza a 2.ª edição do FLIQ – Festival Literário Internacional de Querença, homenageando a investigadora pessoana e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, Teresa Rita Lopes (1937-2025). O evento-âncora da FMVG, imaginado e desenhado pelo primeiro Presidente da Fundação, Luís Guerreiro. Festa da Cultura, sem restrições nem fronteiras, geográficas ou mentais. A menina dos seus olhos, nos últimos dois anos de vida.

𝐄𝐦 𝟐𝟎𝟏𝟕, a ideia de Luís Guerreiro é inscrita no primeiro OPP – Orçamento Participativo de Portugal: a criação da 𝘏𝘦𝘮𝘦𝘳𝘰𝘵𝘦𝘤𝘢 𝘋𝘪𝘨𝘪𝘵𝘢𝘭 𝘥𝘰 𝘈𝘭𝘨𝘢𝘳𝘷𝘦. O sonho tornou-se real: foi anunciado publicamente, um mês após o seu falecimento. Foi o projecto mais votado a Sul, concretizado pela Universidade do Algarve. Este permitiu datar em 1833 o início da imprensa regional algarvia (𝘊𝘩𝘳𝘰𝘯𝘪𝘤𝘢 𝘥𝘰 𝘈𝘭𝘨𝘢𝘳𝘷𝘦. Faro, 15 de Julho de 1833).

𝐄𝐦 𝟐𝟎𝟏𝟕, o Centro de Estudos Algarvios, que fundou na sua aldeia natal, na sede da FMVG – e que inclui o núcleo hemeroteca – recebe o seu nome em sinal de tributo.

𝐄𝐦 𝟐𝟎𝟏𝟕, submete-se o projecto da Fundação – Percurso Eco-Botânico – ao programa CRESC ALGARVE 2020.
Em 2017, o jornal 𝘗𝘶́𝘣𝘭𝘪𝘤𝘰 edita um dossier sobre Historiadores Amadores. Luís Guerreiro estreia o caderno a 2 de Julho, com um artigo de Idálio Revez, que ouviu uma dezena de pessoas, entre elas, a escritora Lídia Jorge, os investigadores António Ventura, Vilhena de Mesquita, Luísa Martins e Romero Magalhães.

𝐇𝐨𝐣𝐞, o jardim 𝘪𝘯 𝘴𝘪𝘵𝘶, inaugurado sob a égide do centenário do nascimento de Manuel Gomes Guerreiro, é palco de inspiração de iniciativas culturais diversas, passeios espontâneos e programados, ponto de estudo e de escuta de temas como sustentabilidade, acção climática e coesão territorial.
Em 2025, o Percurso Eco-Botânico Manuel Gomes Guerreiro (PEB-MGG) recebeu o 5.º FLIQ | 𝘖𝘴 𝘨𝘳𝘢𝘯𝘥𝘦𝘴 𝘯𝘢𝘷𝘪𝘰𝘴 𝘥𝘢 𝘛𝘦𝘳𝘳𝘢, numa evocação – sem precedentes – às alfarrobeiras, com raiz na vida e obra de Lídia Jorge, uma das mais conceituadas e premiadas autoras portuguesas. Em uma das vertentes do PEB-MGG, inaugurou-se um anfiteatro.

Luís Guerreiro deixou a sua marca em Loulé e no país. O seu legado persiste, é estimado e ampliado pelas direcções que lhe sucederam, nessa homenagem à grande figura de «arquivo vivo», de bibliógrafo reconhecido dentro e fora da esfera académica, ao espírito sonhador e empreendedor.
Aos 57 anos, o «Engenheiro das Letras», assim apelidado por Joaquim Magalhães, legou a Querença para consulta universal mais de dois mil títulos sobre a região do Algarve. Romero de Magalhães sublinhou: «Ele deve ter das melhores colecções sobre Loulé, o Algarve e a República».
No dia do seu falecimento, partilha-se um poema de Casimiro de Brito, primeiro homenageado da primeira edição do FLIQ; em 2016:

𝘝𝘪𝘥𝘢 𝘚𝘦𝘮𝘱𝘳𝘦

Entre a vida e a morte há apenas
o simples fenómeno
de uma subtil transformação. A morte
não é morte da vida.
A morte não é inação, inutilidade.
A morte é apenas a face obscura,
mínima, em gestação
de uma viagem que não cessa de ser. Aventura
prolongada
desde o porão do tempo. Projectando-se
nas naves inconcebíveis do futuro.
A morte não é morte da vida: apenas
novas formas de vida. Nova
utilidade. Outro papel a desempenhar
no palco velocíssimo do mundo. Novo ser-se (comércio
do pó) e não se pertencer.
Nova claridade, respiração, naufrágio
na máquina incomparável do universo.
Casimiro de Brito, in 𝘚𝘰𝘭𝘪𝘥𝘢̃𝘰 𝘐𝘮𝘱𝘦𝘳𝘧𝘦𝘪𝘵𝘢

Luís Guerreiro, nascido em 1960, na aldeia que ajudou a consolidar como pólo cultural, frequentou a escola nos Corcitos, a três quilómetros de casa. Cresceu a ouvir o pai e o tio a contarem estórias à lareira. Licenciou-se em Engenharia pelo Instituto Superior Técnico (1981-1986), tendo integrado a equipa do Município de Loulé, recém licenciado e de regresso ao Algarve.
Paralelamente, fundou a livraria Odisseia e percorreu de forma sagaz os corredores de bibliotecas e arquivos. Apresentou livros, deu formação, participou em inúmeras palestras e tertúlias, comissariou exposições.
Na Fundação que ajudou a erguer, foi ainda responsável pelo projecto Romanceiro.pt, em colaboração com a Universidade do Algarve, plataforma que integra o Arquivo do Romanceiro Português, com 3.632 versões inéditas de romances publicados entre 1828 e 2011.
A sua memória será sempre presente e o agradecimento, eterno. Pelo precioso, profundo e inquestionável contributo de Luís Guerreiro à Fundação, a Querença, ao Algarve e à Cultura.

FLIQ 2027Na Fundação Manuel Viegas Guerreiro já se costura em amplas lançadas o 6.º Festival Literário Internacional de ...
20/07/2026

FLIQ 2027

Na Fundação Manuel Viegas Guerreiro já se costura em amplas lançadas o 6.º Festival Literário Internacional de Querença.

A roda de conversas e tricot vão assumindo novas formas, ganhando novas presenças.

No passado dia 7 de Julho, anteciparam-se colaborações e alinharam-se projectos.
Abrimos aqui o apetite com este conjunto de fotografias.

Se é de Querença e ainda não experimentou esta roda, não hesite.
Não há limites para participar!

Fique atento/a desse lado.

Com Ana Poeta
Câmara Municipal de Loulé

Endereço

Loulé
8100-129

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