O Cravo.

O Cravo. O Cravo. Queremos um Ensino Superior público, gratuito e democrático e uma FCSH de portões aberto

  Esta é uma nota de repúdio à resposta dos órgãos de comunicação da NOVA FCSH no passado dia 3 de abril, sob a rúbrica ...
04/04/2020



Esta é uma nota de repúdio à resposta dos órgãos de comunicação da NOVA FCSH no passado dia 3 de abril, sob a rúbrica . Ao responder que a nossa situação académica só depende de nós e que é nosso dever continuarmos a empenhar-nos nas aulas à distância e a cumprir os itens de avaliação que os professores nos indicam, a faculdade só demonstra uma completa falta de noção daquilo que são as dificuldades atuais para os/as estudantes.

20/03/2020

O Cravo luta por um ensino público, gratuito e democrático e, por isso, partilhamos o comunicado d’O Cancela A Propina. Queremos a suspensão imediata do pagamento das propinas!

“O Cancela A Propina bate-se pelo fim das propinas por representarem um obstáculo financeiro à frequência do Ensino Superior, quando este deveria ser acessível a toda a gente. Tendo em conta os pontos acima referidos e a especificidade deste momento crítico, reivindicamos:

- A suspensão imediata do pagamento das propinas, bem como de taxas e emolumentos (e, por conseguinte, a isenção de juros de mora)

- Após a suspensão, criação de uma linha de apoio, no âmbito da Ação Social e no contexto da pandemia, aos estudantes cujo impacto económico da pandemia tenha alterado substancialmente a sua situação financeira. Esta linha deverá acautelar o pagamento das propinas a quem não se encontra em condições de as pagar, seja por isenção, seja por via de bolsa de ação social extraordinária

- A obtenção do diploma e conclusão das unidades curriculares (obtenção de ECTS), independentemente do pagamento das propinas

- Extensão do prazo das candidaturas e Exames de Acesso a Licenciaturas e Mestrados em Conservatórios/Escolas Superiores do Ensino Artístico e isenção do pagamento dos respectivos exames de admissão; (uma vez que as escolas de ensino secundário e superior respetivas a esta área de ensino se encontram fechadas por tempo indeterminado e esta realidade condiciona a preparação e performance de músicos, atores ou bailarinos para o ingresso no Ensino Superior)

- Extensão do prazo de candidatura a mestrados

- Extensão do prazo das candidaturas a doutoramento (à semelhança do que fez a FCT relativamente à bolsas de doutoramento)”

Estivemos presentes na Greve Feminista Internacional em Lisboa, com a Brigada Estudantil. Saímos à rua em defesa dos dir...
09/03/2020

Estivemos presentes na Greve Feminista Internacional em Lisboa, com a Brigada Estudantil. Saímos à rua em defesa dos direitos de todas as mulheres, sem qualquer exclusão.

Olhamos para o feminismo de uma maneira plural, onde há espaço para mulheres trans, não-binárias, trabalhadoras do s**o, lésbicas, negras, ciganas, imigrantes e todas aquelas que se identificam como mulher.

Analisamos o feminismo interseccionalmente, ou seja, entendemos que mulheres não-brancas e não-binárias experienciam opressões redobradas. Lutamos por e com elas, pois "não seremos livres enquanto outras mulheres forem prisioneiras, mesmo que as correntes delas sejam diferentes das minhas".

Respeitamos e estamos na luta com as trabalhadoras do s**o, que apenas exigem reconhecimento e direitos. É urgente legislar o trabalho sexual, para que estas trabalhadoras possam exercer a sua profissão sem temerem pela sua vida. Lembramos “puta, precária, mas também proletária”

Gritamos por uma academia livre de machismos, uma academia onde sejamos ouvidas, uma academia que não nos invisibilize, uma academia que tome ação quando denunciamos atitudes e abusos sexistas de docentes. Por uma academia verdadeiramente nossa. Por um ensino público, gratuito, inclusivo e democrático. Por uma faculdade sem elitismos e entraves.

Enfrentamos uma crise habitacional sem precedentes. Todos os dias ouvimos notícias de despejos. Despejos de mulheres, idosas, mães, crianças. Insurgimo-nos contra as políticas que vêem a habitação como um negócio e lembramos, ao abrigo da Constituição, habitação é um direito!

Sairemos às ruas as vezes que forem necessárias, para travar o sistema capitalista que coloca os nossos corpos, as nossas carreiras e os nossos direitos à mercê do lucro!

Convocamos a próxima Brigada Estudantil para o dia 13 de Março, na Greve Climática Estudantil! ✊

“A organização refere que o objectivo é “lutar contra a discriminação, violência e desigualdade que persiste nas ruas, n...
03/03/2020

“A organização refere que o objectivo é “lutar contra a discriminação, violência e desigualdade que persiste nas ruas, nas escolas, nos locais de trabalho, na justiça e na protecção das vítimas de violência de género”. “Portanto, a nossa luta é para exigir mudanças!”
A Rede 8 de Março justifica a greve salientando que em Portugal “a violência machista mata, em média”, duas mulheres a cada mês. E chama também a atenção do facto de as mulheres representarem 80% dos casos de violência doméstica e serem vítimas de 90,7% de crimes sexuais.”

dia 8 saímos à rua com a Brigada Estudantil!

Uma greve feminista em protesto contra a desigualdade, discriminação e violência. A manifestação está marcada para Amarante, Braga, Coimbra, Évora, Faro, Lisboa, Porto, Viseu, Vila Real e Ponta Delgada. “A nossa luta é para exigir mudanças”, diz a o

Apelamos à comunidade estudantil da FCSH: dia 5, vota C!
01/12/2019

Apelamos à comunidade estudantil da FCSH: dia 5, vota C!

30/11/2019

O Cravo manifesta o seu apoio à candidatura da Lista C - calar não é a opção, constrói a revolução aos órgãos sociais da AEFCSH. Aqui segue o manifesto:

"A Lista C apresenta-se a eleições para os órgãos sociais da AEFCSH com um programa completo, com o objetivo de trazer as lutas que travamos além-muros para o espaço da faculdade. Por uma faculdade plural, onde todas as lutas têm uma voz. Por uma universidade pública, gratuita e democrática.
A FCSH não existe numa redoma exterior ao mundo real. Os problemas que afetam os e as estudantes fora destes muros têm um impacto real na sua vida universitária. A propina representa ainda um grande peso no orçamento familiar e empurra estudantes para situações de precariedade. Os e as trabalhadoras-estudantes são confrontadas com métodos de avaliação incertos, que não são adequados à realidade. As residências não são suficientes e aos estudantes deslocados são exigidas rendas incomportáveis na cidade de Lisboa.
É ainda este cenário aterrador que todos os anos afasta milhares de estudantes do Ensino Superior. A Lista C bate-se por uma universidade pública, gratuita e democrática que não represente um sufoco financeiro na vida dos e das estudantes, para todos e todas aquelas que frequentam o Ensino Superior, mas também por todos e todas aquelas a quem esta porta foi fechada.
Queremos uma Associação de Estudantes plural, intransigente na defesa dos nossos direitos. Uma Associação de Estudantes que luta ao nosso lado pelo fim das propinas, pelo fim da mercantilização e elitização do Ensino Superior, pelo fim de uma faculdade sem espaço para alunos e alunas afrodescendentes, pelo fim das opressões machistas dentro e fora do espaço académico, pelo fim da gentrificação e pela defesa de uma Lisboa para quem cá vive, pelo fim de um sistema que sobrevaloriza os interesses económicos em detrimento do nosso planeta. Queremos uma Associação de Estudantes que saia às ruas connosco, exigindo que se cumpram todos os nossos direitos.
Vamos lá lutando p'ra mudar a sociedade e construir uma faculdade livre de opressões, onde possamos arquitetar o futuro que queremos.
Calar não é opção, constrói a revolução!
Dia 5, voto lista C!"

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Avenida De Berna 26C
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1069-061

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