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19/11/2025

Feita a estreia, f**a o compromisso. Todos os anos, em junho, há um evento Vignerons de Portugal que não vai querer perder!

Siga-nos e siga cada um dos Vignerons de Portugal. Vamos também andar por aí a dar prova de origem 🍇


15/11/2025

Ser Vigneron é...

Quinta da Alameda 🍇

Casas Altas, os vinhos do Doutor.  Mais do que um brincar, o título acolhe a paixão do médico de profissão pelas vinhas ...
13/11/2025

Casas Altas, os vinhos do Doutor.

Mais do que um brincar, o título acolhe a paixão do médico de profissão pelas vinhas e os vinhos que produz na sua terra de origem, Souropires, na Beira Interior.

José Madeira Afonso é a voz destes vinhos de altitude, de paisagem granítica, dramática e despovoada, de clima exigente, com grandes amplitudes térmicas, invernos de temperaturas negativas e verões muito quentes e secos.

A estas condições de terroir que se respeitam e valorizam, o produtor associa práticas de viticultura sustentáveis e amigas do ambiente, em modo biológico, de modo a obter uvas de qualidade. Entre a diversidade de castas, estão variedades nativas portuguesas muito bem adaptadas à região, e outras internacionais, como a Chardonnay ou a Riesling, que conseguiram surpreender, pela expressão única que ali revelaram.

A adega de aldeia, tão típica quanto genuína, recebe para a prova e desafia a uma visita às vinhas, distribuídas por três parcelas distintas, num total de 16 hectares, sete deles de vinha com mais de 60 anos.

Lugar de família que José Madeira Afonso tomou em mãos nos anos 1990 (o primeiro tinto estreou em 1994), Casas Altas mantém os netos, oitava geração, por perto: “Este projeto é uma paixão, um prazer e um orgulho para toda a família”.

Ser Vigneron não é tamanho, é verdade 🍇
11/11/2025

Ser Vigneron não é tamanho, é verdade 🍇

08/11/2025

Ser Vigneron é...

José Perdigão, produtor e enólogo da Quinta do Perdigão 🍇

A essência da Casa da Passarella recai no acaso e na generosidade da natureza, à qual se juntaram a vontade, a irreverên...
07/11/2025

A essência da Casa da Passarella recai no acaso e na generosidade da natureza, à qual se juntaram a vontade, a irreverência e o cuidado humano ao longo de décadas.

Com a primeira pedra colocada em 1892, a Casa da Passarella participou, ao longo de gerações, na construção do Dão lendário, tanto pelas suas memórias como pela naturalidade com que cria vinhos que permanecem no tempo.

Nos 100 hectares destas terras junto à Serra da Estrela, 62 deles ocupados por vinhas, cruzam-se as leis da natureza, a curiosidade de grandes enólogos e a sabedoria popular. Do passado ao presente, construiu-se ali um mosaico vitivinícola único: as sete vinhas notáveis, as magníf**as.

O portefólio de vinhos reflete essa riqueza: rótulos que contam histórias, vinhos que prestam homenagem às vinhas velhas e centenárias, coleções que desafiam convenções e expressam o legado e a personalidade da Casa da Passarella.

Grande também pode ser Vigneron. A Quinta da Atela é disso exemplo. Com 600 hectares no total, dos quais 150 de vinha, e...
05/11/2025

Grande também pode ser Vigneron. A Quinta da Atela é disso exemplo. Com 600 hectares no total, dos quais 150 de vinha, esta propriedade ribatejana estreou-se no mercado em 2020 apenas e só com uvas e vinhos produzidos dentro de portas.

Embora ‘benjamim’ entre os Vignerons de Portugal, não faltam pergaminhos históricos à Quinta da Atela: fundada no século XIV por conde familiar de Nuno Álvares Pereira, esteve entregue a ordem religiosa, foi ocupada durante uma década, após o 25 de Abril de 1974, e pertenceu ao empresário das salsichas Isidora. Em 2017, é adquirida pelos atuais proprietários, o casal de empresários Anabela Tereso e Fernando Vicente, administradores da Valgrupo, holding de peso do setor agropecuário.

As obras de requalif**ação realizadas pelos novos produtores dotaram a quinta de excelentes condições para o enoturismo e realização de eventos, oferecendo charme, tradição e modernidade.

Entre as castas das vinhas de charneca e solos arenosos típicos da região, estão algumas internacionais, como a Gewurztraminer. Esta uva branca pouco comum em Portugal é já icónica da Quinta da Atela, revelando-se aqui num estilo mais sóbrio, seco e preciso do que em outras latitudes onde é comum. Das variedades nacionais, destaque para a Fernão Pires e a Castelão, assim se propondo um merecido reconhecimento da qualidade dos Vinhos do Tejo.

Miguel Queimado reflete uma juventude vigneron de espírito contemporâneo. Envolvido em cada fase da produção, da plantaç...
04/11/2025

Miguel Queimado reflete uma juventude vigneron de espírito contemporâneo.

Envolvido em cada fase da produção, da plantação à colheita, da adega à garrafa, este produtor da região dos Vinhos Verdes incorpora nas suas práticas conceitos e técnicas de uma vitivinicultura regenerativa, procurando ir além da viticultura biológica.

É pragmático nas abordagens. Fortalecer a microbiologia do solo, aumentar a biodiversidade e a fixação de carbono, reforçar as capacidades defensivas da planta, faz-se com tecnologia e ciência, aproveitando a abundância de conhecimento hoje disponível.

Neste contexto nascem os vinhos Vale dos Ares. Pequena produção, sete hectares no total, de parcelas exclusivamente da uva Alvarinho, a casta rainha da sub-região a que pertence este projeto, Monção-Melgaço. A diversidade de características das parcelas – solos de xisto a graníticos, sistemas de condução e exposições diversas, altitudes de 150 a 300 metros, vinhas de várias idades – e o uso de diferentes técnicas de enologia permitem a criação de um portefólio rico.

Oriundo de propriedade na família desde 1683, os Alvarinhos Vale dos Ares estão no mercado desde 2013, uma estreia com colheita do ano anterior, 2012.

03/11/2025

Ser Vigneron é...

Rui Reguinga, produtor e enólogo 🍇

31/10/2025

Ser Vigneron é...

Luís Patrão enólogo da Tapada de Coelheiros 🍇

“Os vinhos são iguais às pessoas que os fazem”. Este espírito vigneron não é de hoje, está presente desde o início do pr...
30/10/2025

“Os vinhos são iguais às pessoas que os fazem”. Este espírito vigneron não é de hoje, está presente desde o início do projeto Quinta do Perdigão.

Arquiteto de profissão exercida no Instituto Franco-Português, José Perdigão foi procurar conhecimento junto dos franceses quando se entusiasmou pela vitivinicultura, na transição para o século XXI, e plantou do zero uma vinha em terras do Dão, na conhecida zona vitícola de Silgueiros.

As recomendações tiveram bom proveito. O primeiro vinho, no inicio dos anos 2000, um tinto de Touriga Nacional, tornou-se ícone da marca, conquistando ouro em várias latitudes, entre elas Paris, em concurso de Vignerons Indépendants.

Descrentes nos brancos inicialmente, José Perdigão e a filha e enóloga Mafalda, acabam por render-se à evidência da casta Encruzado, re-enxertada em cepas de Tinta Roriz que se deram mal naquele lugar.

Projeto de família com porta aberta a visitantes, a Quinta do Perdigão totaliza 10 hectares em sistema de agricultura biológica, 8 deles de vinha, o restante de olival em bordadura e bosque. Tem ainda 2 lagos e o prado da Vintage, a égua de estimação que faz a limpeza do bosque e devora os bagaços de Encruzado, quando é tempo de vindima.




📸 de Pedro Castro/Quinta do Perdigão, retiradas da revista Vinhos Grandes Escolhas

Endereço

Rua Santo Amaro, 3
Gouveia
6290-093

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