Transborda - Mostra Internacional de Artes Performativas de Almada

Transborda - Mostra Internacional de Artes Performativas de Almada Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Transborda - Mostra Internacional de Artes Performativas de Almada, Festival, Cova da Piedade.

The Almada International Performing Arts Festival - TRANSBORDA creates in the city of Almada / Portugal a context devoted to contemporary creation, artistic sharing and the diffusion of performative works driven by experimentation and crossing borders.

26/05/2026
3 CONTRA 2: PSICO TRÓPICOS da Improvável Produções com a concepção de MARCELA LEVI e LUCÍA RUSSO concluiu a 6.ª TRANSBOR...
26/05/2026

3 CONTRA 2: PSICO TRÓPICOS da Improvável Produções com a concepção de MARCELA LEVI e LUCÍA RUSSO concluiu a 6.ª TRANSBORDA no TBA - Teatro do Bairro Alto.

Fotos: Raquel Montez
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3 CONTRA 2: PSICO TRÓPICOS, criação recente da Improvável Produções, toma emprestada da música esta noção de polirritmia – a justaposição de ritmos – para pensar e praticar a convivência entre diferentes de forma não separatista, permitindo que ritmos distintos soem juntos e gerem novos acordes.

Segundo o pensador indígena Ailton Krenak, a floresta tropical é uma teia de vidas entrelaçadas. Na floresta, os caminhos são curvos; há sombras, plantas que matam e plantas que curam, rasteiras e frondosas. A floresta balança, é cheia de meandros, desníveis, sons, muitos sons. A floresta delira; sob a terra, as raízes tramam, perfuram e enredam os seus braços que crescem para baixo, para cima e para os lados. A floresta sussurra mitos, pulsa e expulsa rumores e miragens: Psico Trópicos. A floresta é entrelaçada, é polirritmia.

3 CONTRA 2: PSICO TRÓPICOS é um exercício de imaginação que busca entrelaçar distâncias. A peça é tecida entre três performers como uma rede, onde linhas em tensão e distorções temporais contornam espaços vazios, intervalos, suspensões, pausas, espaços de ressonância de uma narrativa não linear que procura aproximar geometria e psicodelia.

+ INFO link bio
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Concepção e direção: Marcela Levi & Lucía Russo
Performance e cocriação: Lucas Fonseca (Legendary 007), Martim Gueller e Romec
Texto: Joana Levi
Assistência: Lucas Fonseca
Preparação corporal: Lucas Fonseca, Lucía Russo e Marcela Levi
Direção técnica e desenho de luz: Laura Salerno
Desenho de som: Levi, Russo e Gueller
Figurino: Levi & Russo
Técnico de som: Luciano Siqueira
Produção: Improvável Produções

Coprodução: Julidans, CCN de Caen en Normandie dans le cadre de l’Accueil-studio, Sítio Canto da Sabiá e Something Great

Apoio: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro/SMC, O Rumo do Fumo e Retomada Cultural RJ 2/ Estado do RJ /Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa

Apoio na 6.ª Transborda: IBERESCENA

Teatro do Bairro Alto

Iberescena Artes Escénicas Iberoamericanas
Direção-Geral das Artes
Câmara Municipal de Almada

CARAVANSERÁ de Gustavo Ciríaco percorreu as ruas de Cacilhas, no último sábado, na 6.ª Transborda 🎉 Neste cortejo intera...
21/05/2026

CARAVANSERÁ de Gustavo Ciríaco percorreu as ruas de Cacilhas, no último sábado, na 6.ª Transborda 🎉 Neste cortejo interativo pelas ruas, o público foi convidado a experienciar a cidade como espaço de passagem, desenho e transformação rítmica, onde brincar é Deter-Gente 🎉

Fotos - Série 2: Violena Ampudia

CARAVANSERÁ é um cortejo urbano, uma folia intergeracional. O projeto toma o nome dos postos de repouso seculares comuns na Rota da Seda, travessia dos desertos entre o Médio Oriente e a Ásia. Estes pontos seguros de uma longa jornada ofereciam proteção aos viajantes de percurso prolongado. CARAVANSERÁ é, assim, a criação de um carnaval sensorial coreografado, inspirado na obra relacional da artista carioca Maria José de Figueiredo Ciríaco (Rio de Janeiro, 1939–2020). Poeta, trovadora, escritora de autocarro, educadora, performer, voluntária da Cruz Vermelha e correspondente do escritor Carlos Drummond de Andrade e do Monsenhor Félix, Bispo do Araguaia, Maria José desenvolveu uma produção artística prolífica, onde vida e arte se entrelaçam numa poética multiforme, multivoz. Entre uma arte neoconcreta livre, a poesia falada e escrita, os seus trabalhos combinam performance, o desenho e a sua teoria, a trova, a canção infantil, a fotografia e o recreamento conceitual.

Na TRANSBORDA, o projeto ganhou um novo impulso, explorando os padrões de movimento do quotidiano e as formas de atravessar a arquitetura urbana.

+ Info: www.transborda.org

Gustavo Ciríaco

20/05/2026

ENTREVISTAS na Rádio Sesimbra FM, em 103.9 FM · Episode

CHAMA CHAMA CHAMA de Josefa Pereira no último sábado 🔥 na 6.ª Transborda.Fotos - Série 1 : Violena AmpudiaHá este nosso ...
19/05/2026

CHAMA CHAMA CHAMA de Josefa Pereira no último sábado 🔥 na 6.ª Transborda.

Fotos - Série 1 : Violena Ampudia

Há este nosso campo. Um lugar que contém e, ao mesmo tempo, emana, aquece e chama. Por vezes, isto assemelha-se a um confronto: como a boca de um urso, de um jacaré, de um enxame, de piranhas. Somos essas danças-mordidas-de-bicho, abocanhadas pelo encontro.

Quem chega também pode deixar-se atrair, ser mordido, inflamar. Movemo-nos ininterruptamente, e aqui estamos porque há coisas que só podem existir em simultâneo, que só se geram quando ocorrem ao mesmo tempo. Há muito tempo que nos esquecemos de como; por isso, lembrar deverá ser, aqui, um gesto de total invenção.

CHAMA CHAMA CHAMA é uma peça-convite: um encontro ao longo de cinco dias, em que os artistas experimentam adentrar e transbordar o arquivo de experiências e práticas que compõem esta obra em constante transformação.
É um lugar para habitar em transformação, algo que se faz e se refaz a partir dos diversos corpos que pensam movendo-se, e que se fazem dançando. Corpos que fazem do calor e do transbordamento a sua estratégia e vitalidade. Um trabalho que confunde obra e processo artístico, memória e imaginação, sonho e vigília; algo entre manchar-se e desmanchar-se, entre ser um e ser muitos.
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Direção e criação: Josefa Pereira
Coimaginação com a direção: Natália Mendonça
Performers: Andrei Bessa, Daniel Lühmann, Josefa Pereira, Natália Mendonça, Nina Botkay
Performers em chamas anteriores: Maurício Alves, Marcela Costa, PH Veríssima, Iolanda Sinatra, Everton Ferreira, Mel Baba, Yi Gonçalves, Mariza Virgolino
Elenco de criação Campo Força Chama: Josefa Pereira, Natália Mendonça, Nina Botkay e Vânia Doutel Vaz
Figurinos: a partir do conceito de Nina Botkay com transformações propostas por Maíra Mesquita e Josefa Pereira
Trilha sonora: Agatha Cigarra e Luisa Lemgruber
Desenho de luz: a partir do conceito de Ana Carocinho redesenho e operação Ska Batista
Fotos: Micaela Wernicke
Vídeos: Patrícia Black e Iago Mati
Administração Financeira: PITORESKAOUSADIA
Produção: Kora Criativa / Hannya Melo

+ INFO: www.transborda.org

CARAVANSERÁ de Gustavo Ciríaco percorreu as ruas de Cacilhas, no último sábado, na 6.ª Transborda 🎉 Neste cortejo intera...
19/05/2026

CARAVANSERÁ de Gustavo Ciríaco percorreu as ruas de Cacilhas, no último sábado, na 6.ª Transborda 🎉 Neste cortejo interativo pelas ruas, o público foi convidado a experienciar a cidade como espaço de passagem, desenho e transformação rítmica, onde brincar é Deter-Gente 🎉

Fotos - Série 1: Violena Ampudia

CARAVANSERÁ é um cortejo urbano, uma folia intergeracional. O projeto toma o nome dos postos de repouso seculares comuns na Rota da Seda, travessia dos desertos entre o Médio Oriente e a Ásia. Estes pontos seguros de uma longa jornada ofereciam proteção aos viajantes de percurso prolongado. CARAVANSERÁ é, assim, a criação de um carnaval sensorial coreografado, inspirado na obra relacional da artista carioca Maria José de Figueiredo Ciríaco (Rio de Janeiro, 1939–2020). Poeta, trovadora, escritora de autocarro, educadora, performer, voluntária da Cruz Vermelha e correspondente do escritor Carlos Drummond de Andrade e do Monsenhor Félix, Bispo do Araguaia, Maria José desenvolveu uma produção artística prolífica, onde vida e arte se entrelaçam numa poética multiforme, multivoz. Entre uma arte neoconcreta livre, a poesia falada e escrita, os seus trabalhos combinam performance, o desenho e a sua teoria, a trova, a canção infantil, a fotografia e o recreamento conceitual.

Na TRANSBORDA, o projeto ganhou um novo impulso, explorando os padrões de movimento do quotidiano e as formas de atravessar a arquitetura urbana.

+ Info: www.transborda.org

15/05/2026

ENTREVISTAS na Rádio Sesimbra FM, em 103.9 FM · Episode

O Lab/Performance CARAVANSERÁ de Gustavo Ciríaco decorreu esta semana na Casa da Dança.Amanhã, sábado dia 16 de maio, o ...
15/05/2026

O Lab/Performance CARAVANSERÁ de Gustavo Ciríaco decorreu esta semana na Casa da Dança.

Amanhã, sábado dia 16 de maio, o cortejo CARAVANSERÁ começa às 17h na Casa da Dança e percorre as ruas de Almada em direção ao Farol de Cacilhas!

Fotos do processo: Violena Ampudia

CARAVANSERÁ

Um carnaval sensorial e cinético, inspirado na obra relacional da artista carioca Maria José de Figueiredo Ciríaco (Rio de Janeiro, 1939–2020) — Maria & José, a Rainha dos Bons-Ecos. Os caravanserais eram postos de repouso comuns na Rota da Seda, que ligava o Mediterrâneo ao Extremo-Oriente. Construídos em torno de um pátio, funcionavam como verdadeiros locais de troca e descanso, e foram grande inspiração para Maria José na conceção do seu Quintal das Artes como espaço de repouso e partilha.

Poeta e trovadora, Maria José teve uma produção artística prolífica, onde vida e arte se entrelaçam numa poética multiforme e multivoz. A sua arte, como ela própria definia, era DETER-GENTE.

Para o Lab/Performance na TRANSBORDA, o projeto ganha um novo impulso, investindo na investigação dos padrões de movimento quotidianos e nas diferentes formas de percorrer a arquitetura urbana, tendo como referência as práticas festivas da Folia de Reis, festejo do folclore tradicional brasileiro que celebra a visita dos Três Reis Magos, abrindo e fechando o Natal.

No Lab/Performance, os participantes são convidados a experienciar a arquitetura urbana como espaço de passagem, desenho e transformação rítmica, num cortejo interativo com o público.
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Gustavo Ciríaco (Rio de Janeiro, 1969) é coreógrafo e artista transdisciplinar. A sua prática articula dança, artes visuais e performance em projetos site-specific, que investigam as relações entre corpo, espaço e imaginação, numa investigação contínua da presença, da perceção e da arte expandida de fazer dança. Apresentou obras e intervenções em instituições e festivais como Haus der Kulturen der Welt e Tanz im August (Berlim), Museu de Serralves e Teatro Rivoli (Porto), Mercat de Flors (Barcelona), Casa Encendida (Madrid), Tokyo Wonder Site (Tóquio), Digital Art Center (Taipé), Bienalsur (Buenos Aires), Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro), Crossing the Line (Nova Iorque), Belas Artes Projects (Manila), Nave (Santiago), Fundação Calouste Gulbenkian, Culturgest e Museu Berardo (Lisboa), entre outros. O seu trabalho propõe experiências sensíveis que ativam o espaço e o público, tornando-o parte integrante da obra.

+ INFO www.transborda.org

13/05/2026

ENTREVISTAS na Rádio Sesimbra FM, em 103.9 FM · Episode

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Cova Da Piedade

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