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LUÍSA SEQUEIRA 🇵🇹 | MATE 2026O cinema e a criação artística ganham uma nova dimensão quando a memória, a investigação hi...
18/09/2026

LUÍSA SEQUEIRA 🇵🇹 | MATE 2026

O cinema e a criação artística ganham uma nova dimensão quando a memória, a investigação histórica e a pesquisa de arquivo se transformam em experiências sensoriais de liberdade.

Luísa Sequeira é cineasta, artista visual, curadora e investigadora com doutoramento em Arte dos Media. Com uma prática abertamente transdisciplinar, atua na interseção entre a realização documental, a instalação, o cinema expandido, o teatro e a mediação cultural, movendo-se com facilidade entre a linguagem analógica e as novas mídias.

A sua filmografia reúne trabalhos de forte consciência política e poética, dedicando-se com frequência à reconstrução e visibilidade de narrativas feministas e do património audiovisual. É autora de obras como Quem é Bárbara Virgínia?, Os Cravos e a Rocha, As Pioneiras do Cinema em Língua Portuguesa, All Women Are Maria e do aclamado O Que Podem as Palavras (codirigido com Luísa Marinho). Em 2022, expandiu a sua escrita e encenação ao palco com Rosas de Maio, coprodução do TEP com o Teatro Municipal do Porto - Rivoli que cruza teatro e cinema expandido.

No campo das performances de cinema expandido e videoinstalação, destacam-se apresentações internacionais como The Three Marias: This was no country for young women, apresentada na Universidade de Oxford, a performance HerCinema na Universidade de Birmingham, a obra Almakia e a exposição Inventário do Fim do Mundo, desenvolvida em colaboração com o artista Sama.

O seu trabalho circula mundialmente em instituições de referência como a Bienal de Kaunas, o IFF Rotterdam, o DocLisboa, o Centro Audiovisual Simone de Beauvoir, a Mostra de São Paulo e as Cinematecas do MAM do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Luísa Sequeira representa a força do cinema enquanto arquivo vivo e território de reflexão: a capacidade de resgatar histórias silenciadas para pensar o futuro da arte e da sociedade.

Em outubro, essa visão curatorial e linguagem transdisciplinar cruzam-se com muitas outras em Coimbra.

MATE Festival 2026

10 anos conectando pessoas, ideias e territórios.

📍 Coimbra, Portugal

📅 24 a 27 de outubro

RODRIGO BRANDÃO 🇧🇷 🇵🇹 | MATE 2026Há vozes que transformam a palavra declamada num ritual de travessia, onde a urgência d...
18/09/2026

RODRIGO BRANDÃO 🇧🇷 🇵🇹 | MATE 2026

Há vozes que transformam a palavra declamada num ritual de travessia, onde a urgência da rua, o espiritualismo e a improvisação livre se fundem numa mesma frequência.

Rodrigo Brandão é um MC, poeta e ativista sonoro brasileiro com uma trajetória marcada pela exploração do spoken word e pela conexão entre o imaginário urbano, a ancestralidade africana e a estética punk. Com uma dúzia de álbuns lançados, construiu uma ponte singular entre a cultura hip hop, a música afro-diaspórica e o jazz avant-garde global.

A sua caminhada reúne colaborações históricas em palco e estúdio com gigantes da música mundial. A lista inclui desde o lendário Brian Jackson (parceiro de Gil Scott-Heron) e o saudoso Tony Allen (criador do afrobeat ao lado de Fela Kuti), até mestres do jazz como Pharoah Sanders, James Brandon Lewis, Rob Mazurek (Exploding Star Orchestra), Damon Locks, Jeff Parker e Luke Stewart.

Atualmente focado na poesia declamada sobre improvisação livre, Brandão traz no seu segundo disco solo, Outros Espaço, a direção musical de Marshall Allen, lendário líder da Sun Ra Arkestra, que participa gravando saxofone e sintetizadores ao lado de outros três integrantes do histórico coletivo norte-americano.

Rodrigo Brandão representa a força da palavra enquanto presença e instrumento de libertação, mostrando como a poesia e a livre criação podem unir territórios, memórias e ancestralidades num diálogo vivo com o mundo.

Em outubro, essa presença e oralidade única cruzam-se com muitas outras em Coimbra.

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📅 24 a 27 de outubro

LUÍS VICENTE 🇵🇹 | MATE 2026Há músicos que encaram o som como um território em constante descoberta, onde o silêncio, a e...
18/09/2026

LUÍS VICENTE 🇵🇹 | MATE 2026

Há músicos que encaram o som como um território em constante descoberta, onde o silêncio, a estrutura e a liberdade do instante se fundem numa única linguagem.

Luís Vicente é um trompetista, compositor e improvisador português radicado em Lisboa, reconhecido internacionalmente pela sua atuação no jazz de vanguarda e na música improvisada. A sua obra integra uma ampla gama de projetos que cruzam livre improvisação, composição estruturada e exploração sonora, evidenciando uma linguagem expressiva, sensível ao timbre e orientada pelo coletivo.

Ao longo do seu percurso, liderou formações como o Luís Vicente Trio e o Luís Vicente 4tet, com o qual gravou o disco House in the Valley (Clean Feed Records, 2023), documentando improvisações expansivas registadas na igreja das Caldas da Rainha, espaço que também acolhe SPIRITS MOVING. A sua discografia reúne ainda registos marcantes como Maré (Cipela Records, 2020) e colaborações com referências do jazz global como John Dikeman, William Parker e Hamid Drake, em álbuns como Goes without Saying, but It’s Got to Be Said (JACC Records, 2020) e o mais recente No Kings! (JACC Records, 2025).

Luís Vicente representa a vitalidade da criação contemporânea: a capacidade de dialogar com os grandes nomes da cena internacional sem perder a escuta do presente e a entrega à força do coletivo.

Em outubro, essa linguagem de vanguarda e sensibilidade improvisacional cruzam-se com muitas outras em Coimbra.

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📅 24 a 27 de outubro

ELODIE BOUNY 🇫🇷 🇵🇹  | MATE 2026Há legados que não pedem apenas reprodução, mas sim uma reinvenção sensível capazes de ab...
17/09/2026

ELODIE BOUNY 🇫🇷 🇵🇹 | MATE 2026

Há legados que não pedem apenas reprodução, mas sim uma reinvenção sensível capazes de abrir novos espaços para a memória e para o futuro.

Echoes of Baden é o projeto de Élodie Bouny que presta homenagem à genialidade do compositor brasileiro Baden Powell. Criado com o apoio de Philippe Baden, filho do músico, o trabalho conta com acesso privilegiado a manuscritos inéditos e ao último violão tocado por Baden Powell nos seus últimos dez anos de vida, instrumento no qual o próprio álbum foi gravado.

O repertório reúne obras icónicas, peças inéditas e composições originais de Élodie escritas em diálogo direto com a linguagem de Baden. A obra ganha ainda mais dimensão através de dueto e colaborações com nomes de relevância internacional, como a clarinetista Anat Cohen, o virtuoso do cavaquinho Mateus Donato, o pianista Philippe Powell e o harmonicista Steven De Bruyn.

Violonista, compositora e produtora franco-brasileira, Élodie Bouny recusa o caminho do mero tributo e propõe uma recriação ousada, onde a tradição do violão brasileiro ganha novas texturas e timbres.

Echoes of Baden representa a força da memória viva: a capacidade de honrar os grandes mestres através de uma voz autêntica, criando novas conexões entre a herança e a criação contemporânea.

Em outubro, essa sensibilidade e sonoridade única cruzam-se com muitas outras em Coimbra.

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📅 24 a 27 de outubro

BANDA CASA CANTANTE 🇧🇷 | MATE 2026Há propostas que não buscam apenas entreter, mas sim criar pontes afetivas onde a músi...
17/09/2026

BANDA CASA CANTANTE 🇧🇷 | MATE 2026

Há propostas que não buscam apenas entreter, mas sim criar pontes afetivas onde a música se torna um território vivo de aprendizagem, imaginação e brincadeira.

Músicas para Cantar e Aprender é o espetáculo da Banda Casa Cantante que une arte e pedagogia de forma lúdica e participativa. Vindo de Ponta Grossa, Paraná, o projeto transforma conteúdos educativos em experiências sonoras, convidando crianças, famílias e educadores a aprender por meio do canto, do movimento e da escuta ativa.

Criado pelos artistas e educadores Juliani Ribeiro e Joãozinho, com mais de 30 anos de trajetória na área, o grupo combina canções autorais, riqueza da cultura brasileira e vivências pedagógicas. Uma caminhada que já alcançou mais de 45 mil crianças em dezenas de cidades, escolas e festivais, expandindo fronteiras com circulações internacionais.

A Banda Casa Cantante recusa o entretenimento infantil superficial e propõe uma vivência transformadora, onde o fazer musical estimula a criatividade, aproxima gerações e fortalece vínculos afetivos.

Músicas para Cantar e Aprender representa a força da educação pelo afeto: a capacidade de ensinar e conectar através do ritmo, da poesia e da celebração de todas as infâncias.

Em outubro, essa energia contagiante e transformadora cruza-se com muitas outras em Coimbra.

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📅 24 a 27 de outubro

SALMA JÔ 🇧🇷 | MATE 2026Há vozes que transformam a vulnerabilidade em magnetismo, mascarando com energia contagiante a te...
17/09/2026

SALMA JÔ 🇧🇷 | MATE 2026

Há vozes que transformam a vulnerabilidade em magnetismo, mascarando com energia contagiante a ternura e a verdade de cada palavra.

Nascida em Goiânia, Salma Jô ganhou projeção nacional e internacional como vocalista, letrista e cofundadora da Carne Doce, banda histórica e fundamental na construção do indie rock psicodélico brasileiro. Ao longo de mais de uma década, esteve à frente dos vocais e das composições dos quatro álbuns de estúdio do grupo, destacando-se pela interpretação confessional e por performances viscerais.

Após o encerramento da trajetória da banda, a artista renasce das cinzas em nome próprio. Com o lançamento do seu single de estreia solo, "Hotel", inaugura uma nova fase autoral onde a força expressiva da sua voz se une a instrumentais envolventes e contemporâneos, apontando aceleradamente em direção ao futuro.

Salma Jô representa o poder da reinvenção artística: a capacidade de honrar a memória de uma caminhada marcante enquanto se abrem novos caminhos de liberdade, criação e entrega no palco.

Em outubro, essa energia renovada e presença contagiante cruzam-se com muitas outras em Coimbra.

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📅 24 a 27 de outubro

LORENA NUNES 🇧🇷 | MATE 2026Uma voz pode carregar muitos lugares e transformar essa geografia afetiva numa sonoridade cap...
17/09/2026

LORENA NUNES 🇧🇷 | MATE 2026

Uma voz pode carregar muitos lugares e transformar essa geografia afetiva numa sonoridade capaz de correr o mundo.

Nascida no Rio de Janeiro, filha de pais paraenses e criada em Fortaleza, Lorena Nunes construiu a sua carreira de forma independente a partir de 2011. A sua identidade musical, que define como Afropop Tropical, aproxima soul, reggae, afrobeat, jazz e ritmos afro-brasileiros, fazendo da diversidade a sua assinatura artística.

Em 2014 lançou Ouvi Dizer Que Lá Faz Sol, trabalho inteiramente dedicado a compositores cearenses contemporâneos que ajudou a projetar toda uma cena. Seguiu-se La Mar, aprofundando uma criação marcada por ancestralidade, afeto e movimento. A sua música já atravessou fronteiras em digressões por Cabo Verde, Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica e México, celebrando 15 anos de trajetória em contínua expansão internacional.

Além dos palcos, Lorena atua fortemente no compartilhamento de conhecimento sobre autogestão de carreiras e empreendedorismo cultural, conectando a criação artística ao desenvolvimento da economia criativa.

Lorena Nunes representa a força da independência e da circulação: a capacidade de manter as raízes vivas e levá-las cada vez mais longe através do encontro e da música.

Em outubro, essa energia e trajetória cruzam-se com muitas outras em Coimbra.

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📅 24 a 27 de outubro

DARRYL HURS 🇨🇦 | MATE 2026Construir caminhos para a música independente exige mais do que paixão. Exige visão estratégic...
16/09/2026

DARRYL HURS 🇨🇦 | MATE 2026

Construir caminhos para a música independente exige mais do que paixão. Exige visão estratégica, desenvolvimento de redes e uma capacidade contínua de aproximar mercados, artistas e oportunidades globais.

Darryl Hurs atua precisamente no centro dessa transformação.

Executivo da indústria musical canadiana, educador e estrategista com mais de 30 anos de experiência, Darryl construiu uma carreira focada no desenvolvimento de artistas, eventos ao vivo, exportação internacional, branding e plataformas digitais. É o fundador do INDIE WEEK, um dos festivais e conferências de showcase independentes mais longevos do Canadá, criado em Toronto em 2003.

Movido pela vontade de conectar comunidades globais, fundou também o DIT, uma rede online que une cerca de 5.000 artistas e profissionais da indústria em mais de 30 países. Atualmente, lidera o lançamento da *Music From Canada*, uma organização sem fins lucrativos dedicada à exportação musical internacional através de iniciativas como o programa NATIONxNATION.

A sua bagagem inclui ainda a gestão de desenvolvimento de negócios na CD Baby / Downtown Music, trabalho criativo para a Live Nation e uma presença constante como palestrante em conferências globais de referência, como SIM São Paulo, Fluvial, M for Montreal, New Skool Rules e MU.

Darryl representa a força da internacionalização e das redes independentes: a capacidade de criar ferramentas, gerar conhecimento e abrir portas para que a música continue a circular entre territórios e novos mercados.

Em outubro, essa experiência de gestão, exportação e construção de redes cruza-se com muitas outras em Coimbra.

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BRAD JONES 🇺🇸 | MATE 2026Há instrumentistas que não apenas acompanham a história do jazz, mas ajudam a sustentar a sua p...
16/09/2026

BRAD JONES 🇺🇸 | MATE 2026

Há instrumentistas que não apenas acompanham a história do jazz, mas ajudam a sustentar a sua pulsação e as suas transformações mais audaciosas.

Brad Jones é um virtuoso baixista e contrabaixista de jazz afro-americano, nascido em Nova Iorque, cuja trajetória se confunde com a própria evolução da música improvisada e do jazz de vanguarda das últimas décadas. Com uma sólida formação acadêmica em educação musical, Jones construiu um percurso caracterizado pelo domínio técnico e por uma versatilidade sem fronteiras entre o baixo elétrico e o contrabaixo acústico.

O seu percurso ganhou projeção no final dos anos 1980 ao integrar projetos de referência como os Jazz Passengers e grupos liderados por Marc Ribot. Na década de 1990, a sua reputação consolidou-se ao lado de autênticas lendas do jazz mundial, trabalhando e gravando com figuras históricas do calibre de Muhal Richard Abrams, Elvin Jones e o ícone Ornette Coleman, com quem gravou o aclamado álbum Tone Dialing (1995).

Enquanto líder e compositor, fundou e esteve à frente de formações de impacto como os AKA Alias (ao lado de Curtis Fowlkes e David Gilmore), o Brad Jones Quartet e, mais recentemente, o projeto Avant Lounge, reunindo nomes como Bruce Williams, Barney McAll, Bill Ware e Nate Smith.

Brad Jones representa a essência da linguagem do jazz nova-iorquino: a capacidade de honrar a tradição enquanto se explora a vanguarda, mantendo o groove, a sofisticação e a inovação no centro do palco.

Em outubro, essa bagagem e maestria do jazz internacional cruzam-se com muitas outras em Coimbra.

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📅 24 a 27 de outubro

INCLUDANZA 🇪🇸 | MATE 2026As artes performativas ganham a sua máxima expressão quando se transformam num espaço de protag...
16/09/2026

INCLUDANZA 🇪🇸 | MATE 2026

As artes performativas ganham a sua máxima expressão quando se transformam num espaço de protagonismo, pertença e celebração da diversidade humana.

Criado em 2022 no seio da fundação BRIAN (Palencia), entidade que apoia pessoas com deficiência desde 1980, o INCLUDANZA é um projeto de dança e artes cénicas constituído por artistas com deficiência intelectual. Através de um percurso que já alcançou mais de 5.000 espectadores em dezenas de localidades e realizou campanhas escolares marcantes no Teatro Principal de Palencia, o grupo demonstra o poder da criação sem barreiras. Alinhado com a sustentabilidade, cerca de 80% dos materiais cénicos do projeto são produzidos com recursos reciclados por outras pessoas com deficiência intelectual.

No MATE Festival 2026, o INCLUDANZA apresenta IRIS, uma proposta cénica inspirada na capacidade da íris de regular a luz, que funciona como metáfora sobre as diferentes formas de percecionar a realidade. Criado e dirigido por Natali Camolez, o espetáculo desdobra-se em 8 cenas que transcendem o olhar, onde a respiração coletiva, o tato e o movimento criam uma experiência sensorial profunda e inclusiva, interpretada por Aliona Benítez, Jorge de Prado, Mario Martín, Natali Camolez e Pilar Andrés.

Além do espetáculo, o projeto traz a Coimbra um workshop de dança criativa e inclusiva orientado por Natali Camolez, promovendo o jogo, a improvisação e a construção coletiva entre corpos de todos os ritmos e vivências.

O INCLUDANZA representa a essência da arte participativa: aquela que transforma o palco num território de igualdade, escuta mútua e novas perspetivas humanas.

Em outubro, essa sensibilidade e força cénica cruzam-se com muitas outras em Coimbra.

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📅 24 a 27 de outubro

Endereço

Avenida Da Guarda Inglesa Nº 1.A
Coimbra
3040-326

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