17/06/2026
A gente nunca esquece o nosso Scolari e também sente que está num tempo em que é importante meter as bandeiras todas cá para fora antes que as comecem a censurar, louvado sejais Senhor. Portanto, agora que vocês estão todos agarrados ao jogo de Portugal, e que até é uma péssima altura para fazer uma publicação, mandamos logo esta ao poste.
Sobretudo para dizer que temos muitas saudades do jogo das Oito Cartas, ilustrado e pensado pelo Francisco Calisto, em que as pessoas andaram feitas em frangalhos a correr o comércio local todo à procura dos cromos para completar a caderneta que dava direito a um crachá exclusivo que se entregava na rádio, quanto a nós um troféu mais relevante que a taça do campeonato do mundo de futebol que deve ser pesadíssima, ainda por cima.
Em torno das histórias da sorte, da superstição, do ritual, das escolas do oculto, da estética do tarot e da mística local, foram desenhadas estas oito cartas, espalhadas pela Carol's, pela Tasquinha Ti Manel, pelo Café Ilhavense, pelo Oliverblend Studio, peo Campolindo, pela Florarte, pela Estilu's, pelo Atelier Fernando Portugal, pela Loja dos 300 / 350 e pela Club Nuances. Para passar o portão final, a rádio, e ganhar o crachá e o amor e os stickers do nosso Vasco, era preciso chegar à palavra escondida, que quem o é, terá encontrado facilmente: CODRES.
Que é como a gente em Ílhavo chama às pessoas que metem o bedelho em tudo, filhos. Neste caso, ainda bem que vocês meteram.
📸 a primeira e a última fotografias são de um drone atacado por rolas, pombas e domado pelo destemido Paulo Santos
📸 todas as outras são das , claro. Saudades, lindas.