Festival Latinidades

Festival Latinidades Criado em 2008, o Festival Latinidades é o maior festival de mulheres negras da América Latina. Latinidades não se limita aos palcos.
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Há quase duas décadas, reunimos milhares de pessoas para celebrar as potências negras nas artes, nos saberes e na política, com uma curadoria afrocentrada e interseccional. Desde a primeira edição, influenciamos profundamente a produção cultural brasileira. Nascemos como o primeiro festival voltado às mulheres negras do país e, desde então, colocamos no centro da programação temas urgentes: racismo, sexismo, justiça social, ancestralidade e equidade. Ampliamos horizontes e provocamos futuros. Criamos um ecossistema onde a cultura se transforma em ferramenta de articulação, e onde mulheres negras lideram com potência criativa, pensamento crítico e memória viva. Nosso compromisso é com a redistribuição simbólica e material. Geramos renda e visibilidade para artistas, intelectuais, mestras populares, comunicadoras e produtoras que, por muito tempo, foram deixadas à margem da cena cultural. O impacto é concreto: ajudamos a consolidar o 25 de Julho como marco da luta das mulheres negras no Brasil, influenciamos políticas públicas e abrimos caminhos para novas linguagens, estéticas e formatos na cultura brasileira e latino-americana.

28/08/2026

Esse vento que nos carrega é potente, viu? 💨

Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Salvador, Cabo Verde, Colômbia, Londres, Nova York… e contando. O mundo é pequeno demais para os sonhos das mulheres negras. ✨

Agora, só a título de curiosidade: qual deveria ser o próximo destino do Latinidades?

Podem sonhar grande nos comentários, viu? 😂

26/08/2026

Às vezes, o maior presente que alguém pode nos dar é a coragem de existir. Neste encontro, “Linnda” que “brada” e Karol Conká falam sobre o que aprenderam uma com a outra e sobre a força de encontrar pessoas que nos ajudam a voltar para nós mesmas.

Amizade é um dos lugares mais potentes de cuidado. Tem gente que, só por existir perto, nos lembra de que há outros jeitos de estar no mundo e nos dá fôlego para continuar sendo quem somos.

Essa conversa atravessou o Latinidades 2026 e continua com a gente. Se você também faz a cultura acontecer, queremos ouvir um pouco sobre a sua experiência.

Responda à Pesquisa Saúde Mental de Trabalhadoras e Trabalhadores da Cultura. Link na bio ou no formulário abaixo. 👇🏾

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24/08/2026

Só acaba quando termina, né? 😂

Tal qual obra em casa, campanha de comunicação sempre tem espaço para “só mais um ajustezinho”. E cá entre nós, a campanha deste ano ficou LINDA. E o bastidor foi bem vida real, só quem viveu sabe. 😂 No fim, ficam as memórias, as histórias e, claro, os inesquecíveis V27_final_AGORA-VAI.psd. 🫠

Designers, obrigada por tanto. E perdão por algumas coisas. kkkkk

21/08/2026

Ser vulnerável também é reivindicar o direito de existir por inteiro. Neste trecho, Monique Evelle fala sobre escrever “Viagens que a gente não faz por agenda, faz por amor” a partir da própria vida e sobre a coragem de transformar amor e outros sentimentos tão íntimos em palavra.

Por muito tempo, esperaram de mulheres negras força para sustentar, produzir, resolver, seguir. Mas somos muitas coisas ao mesmo tempo. Afeto, desejo, contradição, sensibilidade, prazer, descanso. Inteiras.

Essa conversa atravessou o Latinidades 2026 e continua com a gente. E se a pauta da saúde mental te atravessa e você também faz a cultura acontecer, queremos ouvir um pouco da sua experiência. Responda à Pesquisa Saúde Mental de Trabalhadoras e Trabalhadores da Cultura. Link na bio ou no formulário abaixo. 👇🏾

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19/08/2026

Quase um mês depois e a gente ainda está entendendo tudo o que viveu in Neeeeew York e, sim, ainda temos muita coisa para dividir com vocês!!! 🗽✨

Uma cidade onde tantos mundos se encontram recebeu a gente de braços abertos.Atravessar Nova York foi mais um passo, mais uma fronteira e mais um sonho realizado nessa história que já tem 19 anos.

Onde houver mulheres negras, o Latinidades está em casa. E o Latinidades também é uma casa de mulheres negras. 🤎

Qual será o próximo destino? A próxima realização? 👀

Enquanto a gente não conta, fiquem com mais um gostinho do que vivemos por lá. Porque NYC ainda tem muita história para render por aqui e a gente volta para contar. ✨

17/08/2026

Na vivência “Quem Cuida de Quem Produz?”, conduzida por Com amor, Yeye, o cuidado ganhou corpo, tempo e presença. Entre o banho de folhas, a filosofia iorubá e os saberes ancestrais, o convite foi olhar para dentro antes que o corpo e a mente peçam socorro.
Neste trecho, ela nos lembra que cuidar da saúde mental também é cultivar práticas que nos sustentem no cotidiano. Não para reagir apenas quando o esgotamento chega, mas para fortalecer a caminhada enquanto seguimos criando, produzindo e sonhando.
Porque prevenir também é cuidar. E a ancestralidade continua nos oferecendo caminhos para permanecer de pé.

Quer seguir contribuindo com esse debate? Responda a Pesquisa Saúde Mental de Trabalhadoras e Trabalhadores da Cultura. Link na bio ou pelo formulário abaixo. 👇🏾

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13/08/2026
Hoje, nossos pensamentos e nosso afeto estão com a Colômbia. Recebemos com tristeza as notícias sobre o terremoto que at...
11/08/2026

Hoje, nossos pensamentos e nosso afeto estão com a Colômbia.

Recebemos com tristeza as notícias sobre o terremoto que atingiu o país e nos solidarizamos com todas as pessoas, famílias e comunidades afetadas.

Como um festival construído a partir dos encontros e das conexões entre mulheres negras latino-americanas, caribenhas e da diáspora, sentimos de perto tudo aquilo que atravessa nossos territórios e nossos povos.

Desejamos força, proteção e acolhimento ao povo colombiano neste momento. Seguimos juntas, em solidariedade. 🤎

10/08/2026

Num mundo que insiste em nos fazer acreditar que só existe lugar para uma, escolher caminhar juntas também é um ato de cuidado.

Neste encontro, Bárbara Bielo Pereira compartilha uma reflexão sobre amizade, pertencimento e saúde mental. Para ela, fortalecer os vínculos entre mulheres negras e trans é romper com a lógica da competição e construir redes onde seja possível encontrar segurança, afeto e força.

Porque viver não deveria ser uma disputa. Poder reconhecer na outra um abrigo, uma irmã e uma parceira de caminhada também faz parte da nossa cura.

Que os encontros que nascem no Festival Latinidades continuem atravessando os palcos, as cidades e os nossos dias, lembrando que ninguém precisa chegar sozinha.

O 25 de Julho nos lembra que as conquistas das mulheres negras latino-americanas e caribenhas nasceram da organização co...
07/08/2026

O 25 de Julho nos lembra que as conquistas das mulheres negras latino-americanas e caribenhas nasceram da organização coletiva, da coragem de atravessar fronteiras e da decisão de construir futuros em comum.

O Festival Latinidades existe porque acredita na potência desses encontros. Há 19 anos, seguimos criando espaços onde cultura, memória e incidência política caminham juntas, fortalecendo redes que continuam transformando nossos territórios.

Celebrar esta data é também reconhecer todas as mulheres que vieram antes de nós, as que constroem o presente e as que abrirão novos caminhos.

Que essa história siga sendo contada, compartilhada e ampliada em cada encontro, em cada território, em cada voz.

Endereço

Museu Nacional Da República, Setor Cultural Sul, Lote 2 Próximo à Rodoviária Do Plano Piloto
Brasília, DF
70070-150

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