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15/01/2023
06/05/2018
05/05/2018

OS RISCOS DO USO DE TERMOGÊNICOS!
No entanto, elas podem ser prejudiciais à saúde de quem as consome, aumentando o risco dederrames e doenças coronarianas.

- Como a própria palavra diz, os termogênicos são substâncias que aumentam a temperatura corporal. Infelizmente, são medicamentos que não tem qualquer tipo de controle. Eles são comercializados principalmente nas academias e são orientados por pessoas que não estão preparadas para indicar a utilização deste tipo de medicamento - explica o médico Galileu de Assis.

Os termogênicos agem de maneira similar àadrenalina, um hormônio produzido pelo corpo humano. A “mágica” acontece através do aumento da frequência cardíaca, da resistência e dacapacidade respiratória de quem faz uso das pílulas. Geralmente, as substâncias são associadas a outros medicamentos para atingir o resultado esperado.
Efeitos colaterais

Ao darem mais energia para o corpo, devido à quebra das gorduras, os termogênicos deixam as pessoas aceleradas. Elas podem passar a sofrer de insônia, de falta de concentração e de irritabilidade, por exemplo.

Além disto, o coração f**a sobrecarregado na tentativa de lidar com tudo de novo que está acontecendo, levando a arritmias cardíacas e dores de cabeça. Pessoas com problemas cardíacos devem f**ar longe destas substâncias.

Os efeitos colaterais variam de acordo com a frequência com que os termogênicos são ingeridos, com a quantidade e com o organismo da pessoa. Enjoos, agitação e tontura são também alguns possíveis efeitos quando do consumo com frequência.

04/05/2018
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11/08/2017

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Super 50 Isso aí Martin!
26/03/2017

Super 50 Isso aí Martin!

04/03/2017

CURIOSIDADE DA MODA DO MOMENTO!

Na busca de um corpo perfeito ou um resultado rápido, as pessoas não se importam com o pós.
As sensações são tão desagradáveis para um obeso quanto entrar em uma loja e, mesmo sem dizer uma palavra, ser prontamente informado pelos vendedores de que, “infelizmente, não há roupas que sirvam”. Após a cirurgia bariátrica (a popular redução de estômago), contudo, desconfortos como esse dão lugar a elogios, autoestima elevada e uma nova vida, em que a balança não representa mais um pesadelo. Não é, contudo, sempre assim. Segundo uma pesquisa feita por médicos da Universidade de São Paulo (USP), do Programa de Atenção aos Transtornos Alimentares (Proata) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), vários estudos feitos na última década apontam que, cada vez mais, pacientes que se submetem ao procedimento têm apresentado comportamentos compulsivos, depressão e, em casos extremos, chegam a cometer suicídio — mesmo estando magros como sempre sonharam.

Paulo Sallet, médico assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP e um dos autores do trabalho, conta que a compilação de informações sobre o acompanhamento psicológico pós-cirurgia surgiu a partir de 12 anos de observação dos pacientes operados. Segundo ele, embora grande parte deles tenha efetiva melhora de condições clínicas e funcionais, como menos risco de morrer por doenças cardiovasculares (-56%), câncer (-60%) e diabetes (-92%), alguns podem apresentar complicações psicossociais. “Fatores como autoimagem corporal, traços de personalidade e presença de compulsão alimentar prévios à intervenção, dentre outros, têm sido implicados na evolução e no prognóstico desses pacientes”, completa Sallet. Entre os problemas, está o aumento do transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP), complicação mais recorrente nos pacientes da cirurgia.

Por outro lado, o médico diz que, em alguns casos, é possível que condições psiquiátricas prévias se agravem, ou até mesmo novas doenças surjam após a cirurgia. “Provavelmente, essas novas patologias são resultantes de fatores como necessidade de adaptação psicossocial à nova condição e de alterações psíquicas decorrentes de deficit nutricional”, detalha Sallet. Segundo o estudo, de 20% a 70% das pessoas que procuram a cirurgia têm histórico de transtornos mentais.

Qual seria, então, a ligação entre essas doenças e a obesidade? Seria o excesso de peso o responsável pelo sofrimento psicológico ou são os problemas psíquicos que induzem a um estilo de vida alimentar e comportamental que leva ao aumento de peso? De acordo com o médico, as duas coisas — e mais um pequeno, porém importante, detalhe: a genética. “Para que se tenha uma ideia, a taxa de concordância de obesidade em gêmeos fraternos é descrita como em torno de 20% a 30%, enquanto que em gêmeos geneticamente idênticos ela sobe para 70% a 80%”, exemplif**a.

Preparação
Antes de se submeter à cirurgia bariátrica, além de meditar sobre as mudanças desejadas, Tulio Marcos da Cunha, médico-cirurgião do aparelho digestivo e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), explica que os aspirantes a pacientes devem passar por exames pré-operatórios fundamentais. Os te**es consistem em avaliações nutricionais, cardiológicas e endocrinológicas. “E um deles é a avaliação psicológica, na qual os médicos avaliam e preparam o obeso para o procedimento”, complementa o médico. Ao todo, os pacientes precisam esperar de dois a seis meses até que todos os te**es sejam concluídos.

Muitas vezes subestimado, especialmente após a cirurgia, Cunha salienta que o acompanhamento psicológico não é uma maneira de dar dicas sobre como ser magro. O objetivo principal, na verdade, é acompanhar o processo de adaptação da operação ao modo de vida do paciente. “É importante que fiquem claros os objetivos do tratamento e a parte do próprio paciente, ou seja, no que ele vai precisar colaborar”, acrescenta. Paula Luciana da Silva, psicóloga clínica que atua no acompanhamento de pacientes bariátricos, reforça: essa colaboração não pode ser deixada de lado um minuto sequer. “Não trabalho com expectativa de alta, porque, a partir do momento que estabelecemos um tempo, podemos negligenciar alguns dados”, completa.

Esses dados podem ser cruciais para que o ex-obeso, realmente, adapte-se à nova vida sem sofrimento. É no consultório do psicólogo que eles entenderão o papel da comida em suas vidas e, principalmente, como vencer eventuais frustrações sem precisar dela como muleta. “A pessoa está operando o estômago, não a história de vida”, comenta a psicóloga. Ainda que não volte a engordar, ela salienta que os conflitos continuam ali e precisam ser trabalhados. “Eles têm medo de errar e a cobrança f**a maior. Aí vem a frustração, que pode desencadear compulsões.”

“Na cabeça”
Desde que fez a cirurgia bariátrica, há um ano e oito meses, Vanessa Steiner, 39 anos, não passa mais apuros quando precisa comprar roupas. Na verdade, agora ela se policia para acertar a própria numeração. “Sempre peço números maiores. Você emagrece e não se vê magra”, justif**a. Se, antes, a engenheira era “ignorada” pelas outras pessoas, agora ela conta que a realidade é bem diferente: de repente, começou o assédio masculino — e até mesmo a desconfiança de amigas casadas ou compromissadas. “Antes, você era a gordinha simpática. Agora, você é uma ameaça.”

De todas as dificuldades que enfrentou para se adaptar ao novo corpo, Vanessa conta que as mais tortuosas se passaram dentro de sua própria mente. “Tudo de ruim que acontece comigo, desconto nos doces”, resume. “O sentimento que tenho é de estar viciada. Vejo reportagens sobre drogados e me enxergo neles.” Mesmo com o acompanhamento psicológico, ela reconhece que superar antigos traumas e novas obsessões é uma tarefa a ser cumprida a longo prazo. “As pessoas trocam comida por outras coisas, como comprar sem parar e f**ar viciado em s**o. No meu caso, a compulsão continuou. Por isso, acho que a cirurgia deveria ser na cabeça”, br**ca.

Dados preocupantes

Os autores do trabalho brasileiro citam outro estudo, feito em 2007 por pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, que ilustra a incidência de mortes entre pessoas que passaram pela cirurgia. Segundo os americanos, mortes associadas a acidentes e/ou suicídio são 58% maiores em indivíduos no estágio pós-cirúrgico quando comparados aos que não fizeram a operação — isso sem contar os óbitos associados a comportamentos impulsivos, como bulimia e acidentes de trânsito. A maior parte dos suicídios se deu após apenas um ano da intervenção.

Mais e mais rapidamente
Como o próprio nome sugere, o transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP) caracteriza-se por episódios em que a pessoa passa a se alimentar compulsivamente, em quantidades signif**ativamente maiores que indivíduos normais consumiriam. Além de comerem desenfreadamente, pacientes com o transtorno comem mais rápido que o normal e, geralmente, o fazem sozinhos, com vergonha do julgamento alheio. Após as crises, é comum sentir-se angustiado e frustrado. Sentir-se mal consigo mesmo, deprimido ou com culpa em excesso também é consequência comum — o que, obviamente, influencia no bem-estar psicológico dessas pessoas. Embora tenha sido observado principalmente em pessoas obesas, o transtorno também acomete indivíduos com peso normal.

03/03/2017

OS RISCOS DOS ANABOLIZANTES!

Na ânsia de conquistar um corpo perfeito, acabam buscando nos esteroides e anabolizantes uma alternativa para obter resultados mais rápidos. Eles não compreendem os enormes riscos que correm por usar fórmulas derivadas de hormônios sem nenhum tipo de indicação clínica.

O estímulo exagerado que essas substâncias causam nos receptores de determinadas células levam a efeitos secundários desastrosos. Um desses estragos é a diminuição da produção de hormônios normalmente elaborados pelas nossas glândulas, pois o organismo interpreta o hormônio sintético como suficiente e passa a produzir níveis bem baixos, chamado na medicina como efeito feedback negativo.

Esse efeito pode ocasionar em homens a atrofia de testículos, levando à impotência sexual e esterilidade, aumento da retenção de sódio, da pressão arterial, calvície, maiores riscos de câncer, diabetes e lesões no fígado muitas vezes irreversíveis.
Em mulheres pode levar à androgenização, crescimentos de pelos no rosto, aumento da secreção sebácea e da oleosidade da pele, surgimento de espinhas e engrossamento da voz, redução de mamas e interrupção da menstruação. Os riscos câncer, diabetes e lesões no fígado muitas vezes irreversíveis também são maiores.
Em adolescentes as consequências são ainda mais devastadoras, pois comprometem o crescimento, o desenvolvimento sexual, a formação óssea, entre outras. Esses hormônios podem ser usados clinicamente, sendo prescritos por médicos para a reposição de um hormônio deficiente em alguns casos, e em geral, nesses casos, a orientação médica é a de uso em doses suficientes apenas para a regulação de uma disfunção específ**a.

Os números de jovens que morrem por conta de uso de anabolizantes são alarmantes, mas infelizmente não são divulgados.
Pense bem se você quer usar e ter um resultado é uma morte rápida!.

Endereço

São Paulo, SP

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