Ser em Mim - Juliana Berni

Ser em Mim - Juliana Berni O que você faz com tudo o que sente? Sentir • Organizar • Fluir
+ de 16 anos guiando transformações
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E acho que uma das coisas mais difíceis da vida adulta é perceber que nem todos os dias serão vividos com a mesma dispos...
11/06/2026

E acho que uma das coisas mais difíceis da vida adulta é perceber que nem todos os dias serão vividos com a mesma disposição, a mesma clareza ou a mesma energia.

Ainda assim, a maioria de nós continua se cobrando como se fosse.

Como se o cansaço precisasse ser justificado… ou como se desacelerar precisasse de autorização.

Mas olha só… não há NADA de errado em admitir que um dia pode ser mais difícil do que o outro, viu? Deixe de neura 😅

Se esse post te encontrou em um dia mais pesado, espero que ele te lembre de uma coisa simples: você não precisa estar no seu melhor para merecer respeito, descanso e cuidado.

Me chama no direct se quiser conversar 🤍

Qual red flag faltou nessa lista? 👀
09/06/2026

Qual red flag faltou nessa lista? 👀

Uma das coisas que mais geram culpa nas pessoas é perceber que elas já entenderam o próprio padrão… e mesmo assim contin...
04/06/2026

Uma das coisas que mais geram culpa nas pessoas é perceber que elas já entenderam o próprio padrão… e mesmo assim continuam repetindo.

Então começam os pensamentos:

“eu já devia ter mudado isso.”
“eu sei exatamente o que preciso fazer.”
“por que eu continuo fazendo a mesma coisa?”

Só que mudança emocional não acontece só no racional.

Porque, muitas vezes, aquilo que conscientemente você quer mudar ainda é percebido pelo seu sistema emocional como risco, perda, rejeição ou ameaça.

E enquanto isso não é olhado com profundidade, a pessoa continua tentando resolver no esforço algo que precisa também de segurança emocional para mudar de verdade.

Se esse post fez sentido para você, me chama no direct.

Quando alguém vive em estado de alerta por muito tempo, algumas coisas começam a parecer normais.O corpo constantemente ...
02/06/2026

Quando alguém vive em estado de alerta por muito tempo, algumas coisas começam a parecer normais.

O corpo constantemente tensionado, a dificuldade de relaxar de verdade, a necessidade de prever tudo antes e aquele cansaço que nunca passa completamente começam a fazer parte da rotina de um jeito tão automático que você acredita que isso é simplesmente a sua personalidade.

Só que viver emocionalmente preparado para se defender, evitar desgaste ou suportar alguma coisa o tempo inteiro é exaustivo para o corpo e para a mente.

E muitas vezes a pessoa só percebe o quanto estava em alerta quando finalmente experimenta segurança emocional de verdade.

Se você se identificou com esse post, me chama no direct.

Tem comportamentos que ficaram tão normais nos relacionamentos que quase ninguém para para pensar de onde eles nasceram....
28/05/2026

Tem comportamentos que ficaram tão normais nos relacionamentos que quase ninguém para para pensar de onde eles nasceram.

Esperar para responder mensagem é um deles.

Quem nunca?!

E muitas vezes isso não nasce de estratégia ou desinteresse.

Nasce do medo!!

Medo de parecer intensa demais.
Disponível demais.
Interessada demais.

O problema é que viver relações tentando controlar constantemente a própria presença emocional cansa muito.

Porque chega uma hora em que a pessoa já não sabe mais o que é espontâneo e o que virou mecanismo de proteção.

Se você se identificou com esse post, me chama no direct.

Tem gente que entra em uma relação tentando construir vínculo.E tem gente que entra tentando não ser abandonada.Quando e...
26/05/2026

Tem gente que entra em uma relação tentando construir vínculo.

E tem gente que entra tentando não ser abandonada.

Quando esse medo começa a comandar a relação, a pessoa passa a se ajustar o tempo inteiro sem perceber. Evita conflitos, diminui necessidades emocionais, pensa demais antes de falar e tenta manter tudo leve para não correr o risco de afastar o outro.

O problema é que, aos poucos, ela vai deixando de existir inteira dentro da relação.

Talvez o problema nunca tenha sido sentir demais.

Talvez tenha sido aprender que, para alguém ficar, você precisava aceitar menos do que merecia.

Me manda “PADRÃO” no direct e eu te envio uma reflexão prática para começar a observar isso nas suas relações.

O automático emocional não aparece só nas grandes decisões.Ele aparece nas frases que você repete para si mesma sem perc...
20/05/2026

O automático emocional não aparece só nas grandes decisões.

Ele aparece nas frases que você repete para si mesma sem perceber.

E muitas vezes é justamente essa conversa interna que mantém você presa nos mesmos sentimentos, nas mesmas reações e nos mesmos padrões.

A boa notícia é que o cérebro aprende por repetição.

Então pequenas mudanças na forma como você interpreta o que vive também começam a mudar a forma como você reage.

Qual dessas trocas é mais difícil para você hoje?

Me manda no direct e eu te dou uma orientação prática para começar a trabalhar isso no dia a dia.

Eu costumava achar que cuidar de mim precisava acontecer de forma perfeita.Que eu precisava ter tempo, silêncio, uma rot...
12/05/2026

Eu costumava achar que cuidar de mim precisava acontecer de forma perfeita.

Que eu precisava ter tempo, silêncio, uma rotina organizada e disposição emocional para fazer “do jeito certo”.

Mas a vida real quase nunca funciona assim.

Então fui percebendo que o que mais me ajuda nos dias intensos são pequenas coisas que me trazem de volta para mim.

Escrever.
Respirar com mais presença.
Fazer pausas curtas.
Sair um pouco do automático.

Não resolve tudo magicamente.

Mas muda completamente a forma como eu atravesso os dias 🤍

Aprender a dizer não também é um processo de se respeitar. Vamos começar?
08/05/2026

Aprender a dizer não também é um processo de se respeitar. Vamos começar?

O automático quase nunca parece um problema.Mas acredite: ele vai te afastando de você aos poucos.E quando você percebe,...
07/05/2026

O automático quase nunca parece um problema.

Mas acredite: ele vai te afastando de você aos poucos.

E quando você percebe, já está vivendo no modo “dar conta”, não no modo “sentir”.

Talvez o ponto aqui seja começar a questionar mais o que você está vivendo no dia a dia.

Talvez seja hora de sair do automático e começar a se perceber com mais verdade e presença. Vamos?

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