24/03/2026
Hoje o dia começou às 6h da manhã na fila da farmácia pública aqui em Sinop. Meu filho Benjamin, de apenas 2 anos, foi diagnosticado com Influenza A após uma noite difícil no hospital.
Mesmo com o exame positivo e o receituário médico em mãos, bati de frente com a muralha da burocracia: a falta de uma assinatura em um formulário específico da prefeitura impediu a retirada do Oseltamivir (Tamiflu).
É triste ver que um pedaço de papel impresso vale mais do que o estado de saúde de uma criança que precisa iniciar o tratamento antiviral o quanto antes. Como psicólogo e pai, questiono: até quando a forma será mais importante que a vida?
Fica aqui o meu apelo pela desburocratização dos processos de saúde na nossa cidade.
, precisamos de um sistema que facilite o cuidado, não que crie obstáculos para quem já está fragilizado.