Miac Brasil

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A MIAC – Mostra Internacional de Arte Contemporânea pretende romper barreiras entre as linguagens, mesclando artes visuais com dramaturgia, dança, performance, música e audiovisual.

13/05/2026

Na programação do Música Viva da MIAC 2025, no Santander Cultural, o Grupo Höröyá () apresentou o espetáculo “Gri Gri Ba” e transformou o palco em um encontro entre ancestralidade, experimentação e liberdade. ✨

“Höröyá”, palavra de origem Mandeng, cultura do oeste africano, signif**a liberdade, autonomia e dignidade — um conceito que atravessa não só a sonoridade do grupo, mas também sua posição artística e política.

Formado em São Paulo por onze integrantes entre brasileiros, senegaleses e guineano, o Höröyá mistura influências tradicionais da Guiné, Mali e Senegal com samba, toques de candomblé, afrobeat, funk e jazz, criando uma experiência sonora que conecta diferentes territórios e tempos.

No novo corte da entrevista, Wellinton de Souza () , saxofonista do grupo, relembra a experiência de tocar na MIAC:

“Às vezes quando você vai pra outro lugar, que não é o seu público de sempre, a gente f**a em dúvida de como as pessoas vão receber… mas foi muito legal, a gente foi muito bem recebido.”

Já André Piruka ()idealizador e percussionista, fala sobre o processo criativo do grupo:

“Essa música nossa nasce bastante do chão mesmo”, refletindo sobre as culturas tradicionais africanas e a construção de novas narrativas a partir da música.

“Gri Gri Ba”, quarto disco do Höröyá lançado em 2022, carrega no próprio nome — em idioma Malinke — a ideia de “grande força” e “grande feitiço”, síntese perfeita da potência coletiva que o grupo leva para o palco.

▶️ A entrevista completa está disponível no canal da MIAC no YouTube. O link está na bio.



Ficha técnica:
Entrevista: Carol Anchieta
Fotografia: Afrovulto
Camera e edição: Janove
Assistente: Alisson Batista

13/05/2026
30/04/2026

Ialodê encontra Thalma de Freitas: quatro artistas negras do sul do Brasil, uma das vozes mais potentes da música brasileira e um encontro que a MIAC fez acontecer no coração de Porto Alegre.✨

Nina Fola () e Thalma de Freitas () conversaram com Carol Anchieta () sobre o que esse encontro representou e a resposta atravessa tudo: identidade, pertencimento, geração e a força de uma música negra brasileira que não pede licença pra existir.🌿

O , que reúne Loma (), Marietti Fialho (), Glau Barros (.barros) e Nina Fola em torno de uma homenagem às Iabás, às mães, às detentoras do saber, encontrou em Thalma não só uma convidada, mas um espelho. gerações diferentes, caminhos distintos, a mesma raiz.

Elas também falaram sobre o que signif**a chegar à MIAC. sobre o sul do Brasil como território de produção artística negra potente e ainda pouco visível. sobre representatividade que não é pauta — é presença.

Esse é o tipo de encontro que uma programação cultural pode proporcionar quando escolhe com intenção.🫶🏾

🎬 entrevista completa no link da bio.

Ficha técnica:
Entrevista: Carol Anchieta
Fotografia: Afrovulto
Camera e edição: Janove
Assistente: Alisson Batista

20/04/2026

Essa entrevista, a última, virou documento.✨

Quando a MIAC recebeu Jards Macalé () e Rejane Zilles () em outubro de 2025, com o show Na trilha de Jards Macalé e o filme Macaléia na programação, a gente não sabia que seria uma das últimas vezes que ele estaria num palco.

Em outubro, a MIAC teve a sorte de ter Jards Macalé em Porto Alegre. no palco do Farol Santander, ele encenou Na trilha de Jards Macalé, uma viagem pelo cinema brasileiro conduzida pela cineasta e companheira Rejane Zilles. No mesmo período, Macaléia — filme de Rejane sobre a amizade entre Jards e Hélio Oiticica — foi exibido na Cinemateca Capitólio.

O compositor de V***r Barato, parceiro de Gal Costa, Maria Bethânia e Hélio Oiticica, ator, instrumentista, inclassificável, foi um dos artistas mais livres que o Brasil já produziu.

Menos de dois meses depois, no dia 17 de novembro, ele partiu. 82 anos de vida, Nessa conversa gravada durante a MIAC, Jards e Rejane falam de arte, tempo e liberdade.

Ter ele na MIAC 2025 foi uma honra. Essa última entrevista dada por ele f**a para nós como registro, legal e gratidão. ✨

Assista com calma. E obrigado, Jards.🤍

Episódio completo no nosso canal do YouTube! Link na bio👆🏾

Ficha técnica:
Entrevista: Carol Anchieta
Fotografia: Afrovulto
Camera e edição: Janove
Assistente: Alisson Batista

Mais de 1.500 pessoas já foram. Você ainda não? ⏳Fernando Zugno (Fernando Zugno), curador da MIAC, assina também Da Marg...
15/04/2026

Mais de 1.500 pessoas já foram. Você ainda não? ⏳

Fernando Zugno (Fernando Zugno), curador da MIAC, assina também Da Margem à Beleza, exposição de Eduardo Srur (Eduardo Srur) no MAC RS (MACRS) com mais de 40 obras feitas de materiais descartados que viram arte, crítica urbana e convite à reflexão sobre o que jogamos fora.

A mostra segue até 12 de julho no novo espaço do MAC RS no 4º Distrito, inaugurado em agosto de 2025 e esperado há anos pela cidade. 🫶🏾

Esse projeto é exatamente o tipo de ocupação que esse lugar merecia desde o primeiro dia.
📍 MAC RS, Rua Comendador Azevedo, 256, Floresta, Porto Alegre

🗓️ Até 12 de julho | Entrada gratuita
🕐 Ter a S*x: 12h às 18h | Sáb, Dom e feriados: 10h às 18h

Cobertura Magda Souza | Lifestyle
Fotos Fotografo | Brian Machado

13/04/2026

A TEM não toca pra você f**ar parado, mas também não toca só pro seu corpo.

Toca pro seu olho, pra sua cabeça, pra tudo que você não sabia que estava escutando.
Nesse papo, Gabriel Sacks e Cleômenes Junior falam da relação que a banda construiu entre música e arte visual e de como isso virou parte do DNA do que a TEM faz no palco e fora dele.

🎬 assiste e depois me diz o que você viu.

Episódio completo no nosso canal do YouTube! Link na bio👆🏾

Ficha técnica:
Entrevista: Carol Anchieta Carol Anchieta
Fotografia: Afrovulto Josemar Afrovulto
Camera e edição: Janove Janove
Assistente: Alisson Batista Alisson Batista

TrabalhoEspacialManual

No dia 14 de março, inaugura em Porto Alegre a exposição “Da margem à beleza”,  do artista Eduardo Srur () com curadoria...
04/03/2026

No dia 14 de março, inaugura em Porto Alegre a exposição “Da margem à beleza”, do artista Eduardo Srur () com curadoria de Fernando Zugno (), também curador da MIAC.

A mostra reúne mais de 40 obras entre pinturas, vídeos e instalações que transformam materiais descartados, como sacolas plásticas, carrinhos de supermercado e caçambas de entulho, em reflexão sobre consumo, cidade e meio ambiente.

A exposição ocupa o novo espaço do MAC RS (.oficial) no 4º Distrito, e abre com uma programação especial que inclui o lançamento do livro “A Arte Salva” e o encontro “Conversas de Casa”, com o artista, o curador e a diretora do museu Adriana Boff ()

Se você estiver em Porto Alegre, f**a o convite da MIAC para acompanhar essa abertura.

📍 MAC RS — 4º Distrito: Rua Comendador Azevedo, 256, Floresta - Porto Alegre/RS
🗓 14 de março | 10h
🎫 Entrada gratuita

A MIAC ganha forma a partir de um trabalho coletivo, feito de diálogo, escuta e construção compartilhada.No Tecendo a MI...
02/03/2026

A MIAC ganha forma a partir de um trabalho coletivo, feito de diálogo, escuta e construção compartilhada.

No Tecendo a MIAC, destacamos quem esteve nos bastidores, fortalecendo o projeto com técnica e compromisso cultural. 🧵✨

Hoje destacamos Magda Souza ( ), criadora de conteúdo e filmaker, que integrou a equipe da MIAC contribuindo com organização, suporte operacional e olhar atento aos processos que sustentam o acontecimento artístico.

Com uma trajetória profissional construída ao longo de mais de 30 anos de experiência nas áreas administrativa e de eventos, Magda traz consistência técnica, atenção aos detalhes e eficiência na gestão de demandas.

Ao longo do percurso, atuou na logística de produções, gestão de materiais, organização de hospedagens e suporte à estruturação de projetos para editais, sempre articulando estratégia, execução e cuidado.

Na MIAC, sua atuação reforçou o que o festival tem de mais essencial: trabalho coletivo, precisão e abertura ao que a arte provoca.

“Foi um trabalho intenso, atravessado por múltiplas camadas. Mais do que execução, exigiu envolvimento, escuta e presença, além de abertura para o imprevisível próprio da arte contemporânea. A experiência resultou em crescimento profissional e humano, ampliando minha consciência de atuação, fortalecendo minha segurança técnica e deixando aprendizados e relações que sigo cultivando.”

Seguimos tecendo a MIAC com quem transforma organização em sustentação e experiência em aprendizado coletivo. 🧶

Arte

A MIAC é feita de encontros, escutas e profissionais que constroem, nos bastidores, a força e a realização do projeto.No...
18/02/2026

A MIAC é feita de encontros, escutas e profissionais que constroem, nos bastidores, a força e a realização do projeto.

No Tecendo a MIAC, apresentamos quem esteve junto, somando estratégia, sensibilidade e compromisso com a cultura.🧵✨

Hoje destacamos Camila Basgalupe, que atuou como Diretora de Produção da MIAC, integrando a equipe sob coordenação de produção do festival.

Na pré-produção, Camila contribuiu diretamente na condução operacional do evento, atuando na articulação de equipe, na logística de artistas e fornecedores e na montagem dos espaços que deram vida aos encontros.

Sua atuação combinou organização, estratégia e uma escuta atenta aos detalhes que transformam planejamento em experiência concreta.

Com trajetória marcada por produções de turnês nacionais e internacionais, além de grandes eventos culturais, Camila constrói sua caminhada na produção a partir de um olhar atento ao impacto da arte quando ela chega ao público, conectando cultura, música e experiência em cada projeto que realiza.

“Atuar na produção da MIAC foi ao mesmo tempo desafiador e incrível. Fazer parte de um festival tão plural e diverso foi extremamente signif**ativo. O MIAC apresenta a cultura e a arte de forma brilhante e potente. Sou muito grata pela oportunidade de trabalhar ao lado de profissionais tão determinados e talentosos, foi uma experiência maravilhosa que resultou na entrega incrível do MIAC 2025.”

Seguimos tecendo a MIAC com quem transforma planejamento em experiência e cultura em encontro. 🧶

A MIAC é feita de encontros, escutas e profissionais que constroem, nos bastidores, a força e a realização do projeto. 🧵...
17/02/2026

A MIAC é feita de encontros, escutas e profissionais que constroem, nos bastidores, a força e a realização do projeto. 🧵✨

No Tecendo a MIAC, apresentamos quem esteve junto, somando estratégia, sensibilidade e compromisso com a cultura.

Hoje destacamos Camila Basgalupe, que atuou na Direção de Produção da MIAC.

Na pré-produção, Camila esteve à frente da condução operacional do festival, articulando equipe, logística de artistas, fornecedores e a montagem dos espaços que deram vida aos encontros. Sua atuação combina estratégia, organização e uma escuta atenta aos detalhes que transformam ideias em experiências concretas.

Com trajetória marcada por produções de turnês nacionais e internacionais, além de grandes eventos culturais, Camila constrói sua caminhada na produção a partir de um olhar atento ao impacto da arte quando ela chega ao público, conectando cultura, música e experiência em cada projeto que realiza.

“Atuar na produção da MIAC foi ao mesmo tempo desafiador e incrível. Fazer parte de um festival tão plural e diverso foi extremamente signif**ativo. O MIAC apresenta a cultura e a arte de forma brilhante e potente. Sou muito grata pela oportunidade de trabalhar ao lado de profissionais tão determinados e talentosos, foi uma experiência maravilhosa que resultou na entrega incrível do MIAC 2025.”

Seguimos tecendo a MIAC com quem transforma planejamento em experiência e cultura em encontro. 🧶

Trajetos MIAC • A Queda do CéuAbrimos o “Trajetos MIAC” celebrando um filme que passou pela nossa programação em Porto A...
13/02/2026

Trajetos MIAC • A Queda do Céu

Abrimos o “Trajetos MIAC” celebrando um filme que passou pela nossa programação em Porto Alegre e agora alcança ainda mais públicos: “A Queda do Céu”, disponível na Netflix.

Dirigido por Eryk Rocha() e Gabriela Carneiro da Cunha (), o documentário é inspirado no livro homônimo de Davi Kopenawa em parceria com Bruce Albert. A obra é um mergulho profundo na cosmologia Yanomami e na luta histórica dos povos indígenas pela preservação de seus territórios e modos de vida.

Mais do que um documentário, o filme é um gesto político, poético e espiritual. Ele apresenta a visão de mundo de Davi Kopenawa — xamã e liderança Yanomami — e nos convida a refletir sobre a crise ambiental a partir de uma perspectiva ancestral, questionando o modelo predatório que ameaça a floresta e o equilíbrio do planeta.🌎🍃🌿☀️🌙

Na MIAC, tivemos a honra de lançar o filme em Porto Alegre, na Cinemateca Capitólio, conectando o público da cidade a uma das produções mais potentes do cinema contemporâneo brasileiro. Seguimos acompanhando e valorizando essa trajetória.

O filme integrou importantes festivais de cinema no Brasil e no exterior, com destaque para sua estreia na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, além de participações e premiações em mostras dedicadas ao cinema autoral e socioambiental.

A produção foi amplamente reconhecida pela crítica pela sua força estética e relevância política. Pra gente, é especial acompanhar essa trajetória. 🫶🏾

A Queda do Céu é uma obra fundamental para pensar o presente e o futuro.
Seguimos celebrando os caminhos dos projetos que passaram pela MIAC e continuam ecoando pelo mundo na construção de arte com impacto.🌎✨

Endereço

Porto Alegre, RS

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