Bloco Vaca Profana

Bloco Vaca Profana Vamos ocupar as ruas com nossos corpo, brincar e também mostrar que as ruas são, sim, das mulheres. Desfilamos em Olinda e SP

O Bloco Vacas Profanas surgiu como uma resposta à violência policial quando Dandara Pagu estava com os seios à mostra.

07/04/2026

Nem todo homem mas sempre um homem!

06/04/2026

Atenção pegue seu cardeno para esta aula….
obrigada!

26/03/2026

Aula rápida!

VIVA AS TRANS 💖🏳️‍⚧️Esse ano o Bloco Vaca Profana faz 10 anos na rua — 10 anos ocupando espaço, celebrando liberdade e t...
12/02/2026

VIVA AS TRANS 💖🏳️‍⚧️

Esse ano o Bloco Vaca Profana faz 10 anos na rua — 10 anos ocupando espaço, celebrando liberdade e transformando o carnaval em encontro, memória e resistência.

Em 2026 a gente desfila em homenagem às pessoas trans e vem com uma força linda: 30 musicistas em cena, com a maestrina Lurdinha, conduzindo uma orquestra só de mulheres pra fazer a rua tremer.

Salva as informações, tira print, manda pros amigos e vem com a gente fazer história mais uma vez.

Nos vemos na rua.

29/01/2026

Dia 29 de Janeiro dia da visibilidade trans e trouxe minha amiga pessoa para falar de um tema super importante aumenta o som!

Esse ano nossa camisa é mais que fantasia.É posição. É grito político. É existência.E é ainda mais especial porque o blo...
27/01/2026

Esse ano nossa camisa é mais que fantasia.
É posição. É grito político. É existência.
E é ainda mais especial porque o bloco completa 10 anos de história.

O bloco vai pra rua dizendo: Viva as pessoas trans.
Porque existir sendo trans no Brasil é resistência.
E o Carnaval também é sobre quem sempre foi colocado à margem ocupar o centro da festa.

A camisa é de tecido de time, de jogo mesmo.
Pra vestir como uniforme, pra suar no frevo, pra andar no cortejo e sentir que a gente é um só.
É pra virar Time Vaca.

A gente precisa vender 300 camisas pra colocar o bloco na rua e celebrar esses 10 anos do jeito que sempre foi: com corpo, coragem e política.

🗓️ Dias de desfile:
📍 São Paulo – sábado, 07/02
📍 Olinda – segunda, 16/02

O link da loja tá na bio.
E pra quem quiser fortalecer ainda mais, deixamos o Pix para doações:
📩 [email protected]

Comprar a camisa é fazer o bloco existir.
É sustentar 10 anos de resistência na rua.
É vestir a causa.

Vem pro Time Vaca.
E vem gritar com a gente: VIVA AS TRANS.

Hoje é de luta! É dia de lembramos que enquanto uma pessoa preta for vítima de preconceito por sua cor, jamais teremos u...
21/03/2023

Hoje é de luta! É dia de lembramos que enquanto uma pessoa preta for vítima de preconceito por sua cor, jamais teremos uma democracia plena. É dia de relembramos a história de (re)existência e de avanços como leis que criminalizam o racismo, a participação política de negros, negras e negres e a ampliação de muitas vozes.

Sigamos! ✊🏾

Tas sabendo que o presidente  vai indicar alguém pro Supremo Tribunal Federal (STF) nos próximos meses? Seria lindo se u...
18/03/2023

Tas sabendo que o presidente vai indicar alguém pro Supremo Tribunal Federal (STF) nos próximos meses?

Seria lindo se uma mulher negra ocupasse essa vaga, né?🙋🏾‍♀️

O mapeou algumas juristas que poderiam ser indicadas. Arrasta pro lado e confere!

Nossos corpos não são públicos e o punir quem os assedia é o primeiro passo para construir uma sociedade mais justa pra ...
17/03/2023

Nossos corpos não são públicos e o punir quem os assedia é o primeiro passo para construir uma sociedade mais justa pra todes. Pra cima deles! ✊🏽

• Na madrugada desta quinta-feira (16), durante uma festa no Big Brother Brasil, o lutador Antônio Cara de Sapato () tentou forçar um beijo e chegou a imobilizar a modelo Dania Mendez (.mndz) — que está participando de um intercâmbio entre o BBB e o programa mexicano "La Casa de Los Famosos". A modelo reagiu com "Já chega! Não". A violência cessou quando a produção do reality emitiu um alerta de "atenção" direcionado ao lutador. Mais cedo, durante a festa, Dania já havia retirado a mão do cantor Mc Guimê () de seu corpo enquanto a dupla conversava com outros participantes. As situações de assédio geraram revolta nas redes sociais por explicitar o que já estamos cansadas de dizer: respeitem o nosso corpo. Em situações deste tipo, as vítimas podem demorar para entender o que está acontecendo. A ausência de reação no momento da violência é popularmente conhecida como "congelamento": nem sempre conseguimos nos defender como gostaríamos em situações de abuso. Mulheres são socialmente condicionadas a não baterem de frente com agressores por motivos diversos — seja por se sentirem culpadas pela atitude alheia, por medo de que a agressão física escale ou pela falta de preparo generalizada quando o tema é consentimento. O corpo da mulher não está à disposição de ninguém além dela mesma. Você já foi assediada e teve dificuldade de expressar o seu desconforto prontamente?

Cinco anos sem respostas e uma infinidade de sementes plantaras em cada uma de nós. Viva a luta das mulheres negras! Mar...
14/03/2023

Cinco anos sem respostas e uma infinidade de sementes plantaras em cada uma de nós. Viva a luta das mulheres negras!

Marielle, presente!

Endereço

Olinda, RN

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