Chácara do Recreio

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30/07/2025

🤝 “Explorar a Gruta da Lapinha com um guia é como abrir um livro de história natural!”

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Frederick X, Rei da Dinamarca.
14/01/2024

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14/01/2024

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17/09/2022

Flagrante Lagoa Santa 📣 shared a post on Instagram: "Posted • .lagoasanta Olá Lagoa Santa! O fim de semana chegou e você ainda não sabe o que fazer? Vem que a gente te conta! 👉Nossa cidade, cheia de encantos, possui diversos pontos que proporcionam rolês muito legais e...

19/05/2022

Bonito de Minas!

16/04/2022
04/04/2022



Então "tchau procés" inté manhã nem mesmo Bat local....

27/03/2022

Equinócio de Primavera, 20 de março de 2022.

O Sol nasce sempre na mesma direção?

Não. À medida que os meses mudam, a direção também muda. A imagem publicada mostra a direção do nascer do sol todos os meses durante 2019 a partir da cidade de Amã, Jordânia. A câmara na imagem está sempre virada para leste, de norte para a esquerda e de sul para a direita. Embora o Sol nasça sempre a leste em geral, ele sobe mais a sudeste no solstício de dezembro e mais a nordeste no solsticio de junho.

Crédito: Zaid M. Al-Abbadi (Apod 21 de dezembro de 2020)

14/03/2022

VI – ICONOGRAFIA DE SANTA EUDÓXIA

1ª Parte – ICONOGRAFIA BIZANTINA ORIENTAL – ORTODOXA

Ícone, termo derivado do grego εἰκών (eikon, imagem), identifica uma representação sacra pintada sobre um painel de madeira em que era feito o desenho e começava-se a pintura pela aplicação do dourado, geralmente nas bordas, detalhes das roupas, fundo e resplendores ou coroa. Também era habitual aplicarem joias nas obras, o que conferia ainda mais grandiosidade para as imagens, veneradas tanto em igrejas quanto em oratórios particulares.

Já a iconografia é o estudo para identificar, descrever, classificar e interpretar trabalhos imagéticos como estátuas, pinturas, gravuras, retratos, mosaicos, etc, para se chegar aos valores simbólicos (factual e expressivo) de uma obra.

A produção de ícones religiosos constitui-se figuras de santos, profetas, mártires e outras personalidades sacras, como Jesus, Virgem Maria e os apóstolos. Ela era considerada uma arte nobre, que necessitava de grande preparação técnica e espiritual. O pintor precisava se purificar de corpo e alma para conseguir a perfeição, achava-se que o divino operava pela mão do pintor, então era inoportuno assinar a obra.

O II Concílio de Nicéia, em 787 d.C., que tratou sobre a veneração dos ícones, estabeleceu regras e manuais para a sua elaboração, proibindo aos iconógrafos dispor as imagens e aplicar as cores livremente ou lhes dar tonalidades diversas, assim como lhes foi vedado colocar a imagem representada fora da posição estabelecida pelas regras e tão pouco obscurecê-la com sombras, pois deviam aplicar a cor que estava previamente determinada.

A cabeça não mantém nenhuma proporção com as demais partes do corpo, pois nela radica a inteligência e a sabedoria, sendo receptora da luz divina. A cabeça feminina é apresentada sempre coberta por um manto ou por algum outro toucado, ocultando os cabelos. As cabeças de Cristo, de Maria (Theotokos), dos anjos e santos estão sempre circundadas por uma auréola, geralmente dourada, que representa a luz de Deus.

O ROSTO – A FRONTALIDADE

O rosto das imagens é o centro espiritual do ícone. É apresentado, em geral, voltado (olhando) para frente, pois a frontalidade significa presença e, dessa maneira, está em contato direto com quem os contempla. Encontra-se sempre em atitude de oração, já que seu pensamento está posto no Altíssimo. Não obstante, parece estar permanentemente interrogando a quem dele se aproxima.

Algumas vezes os rostos se encontram numa posição de "três quartos", isto é, estão voltados para o tema (motivo) principal do ícone e, ainda assim, seu olhar se dirige para frente.

Os olhos das figuras que aparecem nos ícones são extremamente grandes e emoldurados por sobrancelhas também arqueadas. Comparado com o tamanho da cabeça, estão fora de toda proporção, rompendo medidas antropométricas, bem como as estabelecidas pela arte ocidental. Parecem sempre estar imóveis, pois não apenas veem, mas vigilam e interrogam, penetrando as profundezas da alma do espectador.

Os iconógrafos, ao pintá-los dessa forma, pretendem revelar a verdade, pois, é nesses olhos de tamanho descomunal que ela está aninhada.

O nariz é apresentado nos ícones de forma aguda e afilada, quase como um filamento que liga os olhos à boca. É pintado de forma a impedir as fragrâncias do mundo material e para que possa capturar apenas o odor do sagrado, servindo como condutor ao hálito do espírito que deve inundar todo o ser do personagem representado no ícone.

Da boca é que saem as palavras que louvam ou insultam. Com ela se dá a mais apreciada das carícias humanas, o beijo. Os iconógrafos quase a anulam como órgão sensorial, pintando-a extremamente fina, quase como uma linha com dois pequenos triângulos que simulam ser lábios. Permanecerá invariavelmente fechada, pois a verdadeira oração é silenciosa. Zacarias, no Antigo Testamento adverte: “Que tudo se cale diante do Senhor”.

As orelhas, que é a única parte do corpo humano que nunca para de crescer. Nas figuras dos ícones estão representadas de duas diferentes maneiras: extraordinariamente grandes, particularmente nas imagens de alguns santos, para indicar que essas personagens estão atentas para ouvir o chamado divino. Na maioria dos casos, são quase totalmente invisíveis, pois, somente o lóbulo não está coberto pelo manto ou pelos cabelos. Assim, a imagem permanece alheia aos ruídos do mundo e só está atenta às vozes de seu interior.

O queixo é representado forte e enérgico, mesmo em figuras femininas. Nas masculinas se esconde por detrás de longas barbas, expressando assim a força do espírito.

O colo é a união da cabeça com as demais partes do corpo. A iconografia o representa muito alongado, pois é o meio pelo qual o corpo recebe o alento vivificador do Espírito.

Os corpos são representados altos e magros, desprovidos de qualquer volume, o que lhe é proporcionado pela ampla roupagem que ocultam qualquer aparência sexual. A magreza do corpo indica a superioridade do espírito sobre a carne ao mesmo tempo em que acentua a sua renúncia às coisas materiais e a todos os assuntos terrenos. Nenhuma sombra é projetada sobre estes corpos, não só porque o ícone está imerso na luz, mas porque, em Deus, não há sombras nem lugares ocultos.

Os braços geralmente aparecem cobertos pelo manto, túnica ou vestimentas litúrgicas, até abaixo do punho. Da parte inferior da manga surgem as mãos cujo significado dependerá da posição delas ou de seus dedos. Os dedos serão sempre muito longos e finos para simular serem os cabos condutores da energia espiritual. Neles também reside o poder, pois com o dedo indicador, sinaliza-se, indica-se e ordena-se. Quando as mãos aparecem mostrando as suas palmas simboliza uma súplica, uma oração.

Nas pinturas de tradição bizantina as cenas também têm uma rígida composição. Todas as personagens têm um lugar determinado, os campos e montanhas estão reduzidos à simples decorações, localizadas em um plano secundário. Não estão sujeitas a nenhuma proporção com as imagens centrais. As montanhas, normalmente desprovidas de vegetação, se assemelham a uma acumulação desordenada de rochas que desafiam a gravidade. Árvores e arbustos são pequenos e de escassa folhagem. Casas e edifícios não mantêm nenhuma proporção com os outros elementos da pintura, e suas portas e janelas estão localizados sem nenhuma ordem. Os interiores são geralmente marcados como se fossem cortinas decoradas com diversos desenhos. Tudo isso simboliza que as coisas terrenas não têm ordem ou disposição e que, portanto, são perecíveis.

A cor no ícone assume uma importância fundamental para expressar o seu significado. O azul é a cor da transcendência, do infinito, do equilíbrio e da verdade. O vermelho, é a cor do amor, do sacrifício e do sangue dos mártires. O verde é usado como símbolo da natureza, da vida, da cura, da fertilidade, do nascimento e da esperança. O marrom simboliza a terra, o humus, de onde derivou a palavra humilde, representando então a humildade e a pobreza. O branco é a harmonia, a paz, a pureza, a ressurreição. O preto, significa o luto, a tristeza, a morte. O dourado, a luz divina. O púrpura, a cor do poder, da realeza, é usado apenas nos mantos e túnicas do Pantokrátor, da Mãe de Deus, a Theotokos e dos imperadores bizantinos.

Em todos os ícones, os nomes das personagens que aparecem estão escritos sobre o fundo dourado de um lado e do outro a condição (santo/santa, profeta, venerável), em caracteres gregos ou cirílicos, conforme o seu local de origem. De acordo com a iconografia, o nome ativa a presença da personagem e lhe confere um significado sagrado.

A imagem de Cristo é sempre acompanhada pelas letras IC XC que é a abreviatura grega de Cristo. Na auréola do Pantokrátor deve-se incluir as letras gregas Ø O N, que são as iniciais da expressão “Eu sou aquele que é”. Maria é frequentemente identificada com MP OY, mãe de Deus.

A imagem maior é o ícone ortodoxo mais conhecido de Santa Eudóxia.

Em comparação com os demais ícones menores, nota-se uma semelhança na representação das imagens, havendo pouca diferenciação quanto à disposição da figura, devido às rígidas regras ortodoxas para a elaboração dos ícones. O que as diferencia são as cores empregadas nas roupas, as inscrições de fundo sobre o ombro esquerdo, descrevendo o nome de cada santa. Como ponto em comum, a cruz, algumas vezes trevolada, na mão direita, símbolo do martírio nas igrejas orientais e a palavra Hagia ou Ayia ou Saint sobre o ombro direito. Algumas trazem algum objeto na mão esquerda, talvez significando um atributo ou dom da representada.

Os ícones não tem uma vinculação com o período histórico de existência da/o santa/o representada/o. Como mencionado no capítulo I desta página (Apresentação), na época da conversão e martírio de Santa Eudóxia, a cruz não era o símbolo do cristianismo (isto será objeto de publicação posterior) e nem o chotki que a imagem segura na mão esquerda, não existia na época em que ela viveu, pois foi inventado por Santo Antão, no Século IV d.C.

O ícone de Santa Eudóxia em exame tem como simbolismo a cruz trevolada em sua mão direita como a representação do martírio e o chotki, na mão esquerda, o atributo dos milagres pela oração. A imagem está com a roupa vermelha, cor dos mártires; sobre a cabeça um véu, que cobre os seus cabelos, seguindo a regra para a representação de figuras femininas. O fundo é dourado, representando a Luz do Sol, a Luz de Deus, Luz Divina e a auréola em volta da cabeça, simbolizando a santidade, assim como as inscrições Hagia Eudokia ao fundo.

Há outros ícones de Santa Eudóxia que a representam vestindo outras cores para simbolizar outras virtudes e prodígios. Mas há alguns ícones que a representam impropriamente como freira da igreja ortodoxa ou como abadessa segurando um cajado correspondente desta dignidade e um papiro, talvez uma confusão com outra santa com este nome, Santa Eudóxia de Moscou.

A compreensão do significado do ícone pode ser difícil para a ótica da cultura ocidental. (Continua com a 2ª Parte: Iconografia Ocidental – Católica).

07/03/2022

O Objetivo desta página é divulgar a devoção à Santa Eudóxia de Heliópolis, mártir, que viveu, durante o Século I, na Cidade de Heliópolis, atual Baalbek, localizada no Líbano.

O Objetivo desta página é divulgar a devoção à Santa Eudóxia de Heliópolis, anacoreta e mártir, que viveu, durante o Século I d.C., na Cidade de Heliópolis, atual Baalbek, no Líbano. Para conhecer a sua história entre na página.

07/03/2022

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