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CORONAVÍRUS: NA CRISE CONSTRUA PONTES E NÃO MUROS.
O impacto da segunda onda desta pandemia causada pelo coronavírus, segundo indicadores econômicos dos meses de março e abril, tem sido mais suave do que o mercado previa. Agências especializadas e economistas que previam retração no primeiro trimestre estão revisando suas projeções para cima. Na avaliação de especialistas e dos próprios agentes do mercado, os efeitos da segunda onda do coronavírus mostram-se mais moderados, quando se compara com o acontecido na primeira onda desta pandemia. E mais, o mês de abril surpreendeu positivamente e, por essa razão, os especialistas em mercados que vinham projetando retração no primeiro trimestre começaram a rever suas estimativas e a enxergar um aceno de melhoria nas perspectivas daqui para frente. Confirmando essa visão positiva, o indicador econômico IGet Serviços, lançado pelo Departamento Econômico do Santander em parceria com a Getnet, divulgou que o varejo brasileiro cresceu 8,8% em abril, recuperando-se das perdas sofridas em março. Segundo o IGet, houve um recorde no número de transações efetuadas com os cartões de débito e crédito no período que antecedeu a comemoração do Dia das Mães. Nesse cenário e considerando a quebra gradual do isolamento social, especialmente em razão do avanço da vacinação no país, essa reabertura na economia certamente irá contribuir para o resgate da atividade econômica ao longo deste ano. Acredite nessas perspectivas e faça a sua parte. Na crise, não espere o momento ideal para agir, pois ele pode nunca chegar; aja dentro do possível, mas lembrando-se que nessa situação você deve construir pontes e não muros. Se precisar, conte conosco. EVG CONSULTORIA EDUCACIONAL E EMPRESARIAL – E-mail:
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CLÍNICAS MÉDICAS E ODONTOLÓGICAS: FICAR ESPERANDO A VOLTA AO ANTIGO NORMAL PODE SIGNIFICAR O FIM. PENSE NISSO.
A pandemia, iniciada no ano passado, surpreendeu o mundo e vem até agora, destruindo todas as previsões de resultados positivos, em todo tipo e tamanho de empresas, inclusive muitas clínicas médicas e odontológicas, cujo impacto já levou algumas a fecharem suas portas na expectativa de que um dia tudo volte ao normal.
A pandemia chegou num momento de expectativa e tensão, pois o governo Bolsonaro ainda não havia conseguido realizar as reformas necessárias para colocar o país nos eixos e, em que pese a economia estar, naquela época, vivendo sérias dificuldades causadas por desacertos políticos e instabilidade administrativa, esperava-se que com as reformas da previdência, administrativa e fiscal as coisas entrassem novamente nos eixos e o povo brasileiro voltasse a respirar com a volta do emprego e consequente esperança de dias melhores. Assim, seguíamos a vida dentro de uma normalidade de difícil ingestão, quando de repente fomos obrigados a nos isolar, desfazer compromissos sociais, adotar a máscara, álcool gel e lavagem de mãos como rotina obrigatória e internalizar as regras criadas para sobrevivência em um novo normal. Tudo isso tem tido um alto preço para as empresas, de um modo geral, só que para as pequenas e médias - incluindo as clínicas médicas e odontológicas - esse preço tem sido muito maior, mesmo considerando que as atenções estejam voltadas para a área da saúde que é de onde esperam respostas para a solução da erradicação do caos instalado e defesa para o que ainda está por vir. Acontece que mesmo com toda essa atenção voltada para a área da saúde, o segmento tem sofrido grandes impactos, como: agendas vazias, consultas e cirurgias canceladas, atendimentos suspensos e dificuldades para manter em alta a motivação do corpo clínico e funcional. O lado positivo de todo esse cenário, e que deve ser considerado, é que, mesmo com todos esses óbices, a pandemia está desenvolvendo um espaço para a elevação da visibilidade e destaque da autoridade dos médicos, clínicas e hospitais, via mídias de massa e, principalmente, via mídias digitais e redes sociais, que vêm contribuindo para o debate, argumentações, explicações e construções de relacionamentos entre esses profissionais e a comunidade. Talvez, quando a ciência dominar por completo o coronavírus, com suas vacinas cada vez mais ef**azes e aceitas pela população, algumas práticas da antiga rotina voltem ao normal, entretanto, a maioria das regras e rotinas agora estabelecidas veio para f**ar e fazer parte do novo normal. E uma dessas regras é a busca rotineira de auxílio médico mediante a utilização das novas tecnologias. Nesse cenário, as pequenas e grandes empresas, de todos os segmentos, incluindo o ramo da saúde, devem se preparar para um novo normal que exigirá criatividade e inovação. Logo, o empreendedor – de todos os segmentos - terá que agir agora, pois f**ar esperando a volta ao antigo normal pode signif**ar o fim. Como dizem os meus conterrâneos: PENSE. EVG CONSULTORIA EDUCACIONAL & EMPRESARIAL – E-mail:
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EMPREENDEDORISMO: NOVAS MEDIDAS DO GOVERNO AJUDAM, MAS SOZINHAS NÃO VÃO SALVAR SUA EMPRESA. VOCÊ PRECISA FAZER SUA PARTE.
O Diário Oficial da União do dia 28.04.2021, trouxe duas medidas provisórias sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro, em 26.04.2021, contendo as novas diretrizes para o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda (BEm), que permite às empresas a redução do salário e de jornada, e a suspensão do contrato de trabalho. A MP 1.045/21 instituiu o Novo BEm e trouxe em seu conteúdo todas as diretrizes para a redução do salário e da jornada de trabalho. Já a MP 1.046/2021, normatiza o tema férias individuais e coletivas, trata dos feriados, banco de horas e recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços FGTS. Na verdade, essas medidas provisórias recriam o programa já utilizado no ano passado, que custou R$ 33,5 bilhões para o governo e que agora, estima-se que custará ao país R$ 10 bilhões. A adoção dessas medidas pelas empresas é opcional e devem ser colocadas em prática com muito cuidado. Elas, na verdade, são mais uma tentativa do governo em ajudar os pequenos negócios a atravessarem este período em que a crise sanitária tem tornado muito difícil à sobrevivência desses empreendimentos. Evidentemente, as medidas ajudam, entretanto, é preciso que o empreendedor tome outras providências necessárias para que sua empresa sobreviva na crise. Como boa parte dos empresários é resistente ao planejamento formal, f**a difícil navegar sem uma bússola na tempestade. No momento econômico em que o país vive, é preciso ter planejamento consistente e flexível, que direcione as ações da empresa e dê um norte, trazendo em si, também, um plano “B” para os momentos em que a tempestade se torne mais intensa e o barco comece a se encher de água. Anexo a esse planejamento, também é preciso um plano de marketing que considere os novos padrões de compra dos clientes, a nova forma de comprar dos consumidores, o rebaixamento do padrão financeiro da população, e também onde estão as necessidades mal atendidas e não atendidas, dentro do seu mercado. Tão importante quanto tudo isso é a capacitação do pessoal e a manutenção de sua motivação para enfrentar essa nova realidade, fazendo com que toda equipe se veja no mesmo barco, ciente de que todos precisam remar para frente, caso contrário, todos os “empregos” irão naufragar. É hora de pensar em adotar o planejamento como ferramenta de trabalho, de elaborar um plano de marketing de verdade (e não apenas um plano de mídias), de capacitar seu pessoal para a nova realidade e buscar – se for preciso - ajuda de profissionais especializados, que somarão esforços nessa luta em que não se deve contar apenas com a sorte. Aliás, nos negócios, sorte é quando a competência encontra a oportunidade. As novas medidas provisórias do governo ajudam, mas sozinhas não resolvem. Se não houver planejamento e uma gestão estratégica, elas acabam se tornando um novo complicador no emaranhado desta crise. Pense nisso e obtenha o sucesso concretizando sua visão de futuro. Se precisar, conte conosco. EVG CONSULTORIA EDUCACIONAL E EMPRESARIAL – E-mail:
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