Congresso Internacional de Felicidade

Congresso Internacional de Felicidade O maior evento de felicidade da América Latina. 14 e 15 de Novembro de 2026, em Curitiba - PR.

16/04/2026

Não é sobre o que fizeram com você. Mas sobre o que você escolhe fazer com aquilo que fizeram com você.

No palco do Congresso de Felicidade, Rossandro Klinjey () nos lembra que o perdão não é um gesto superficial, é um processo profundo, muitas vezes silencioso, que atravessa dores, memórias e escolhas difíceis.

Perdoar não é esquecer, não é justificar. É, antes de tudo, se libertar.

É esse tipo de reflexão que atravessa o Congresso Internacional de Felicidade.

Um espaço onde ciência, filosofia, arte e espiritualidade se encontram para olhar para aquilo que, muitas vezes, evitamos sentir, mas que precisa ser olhado para que haja transformação.

Falar de felicidade, aqui, nunca foi sobre evitar a dor e sim sobre aprender a atravessá-la com mais consciência.

As inscrições para a próxima edição abrem em breve.

E, quem sabe, esse também seja o seu tempo de olhar para dentro. ✨

Quem esteve lá?

09/04/2026

Quem esteve lá?

Na palestra “Elogio à infelicidade”, Ana Suy nos convida a olhar para aquilo que incomoda, não como erro, mas como parte da experiência de estar vivo.

Nem tudo precisa ser resolvido. Nem toda dor precisa ser apagada. Às vezes, é justamente no desconforto que a gente se encontra.

Falar de felicidade não é negar a tristeza. É aprender a sustentar a vida como ela é: inteira, complexa e profundamente humana.

VII Congresso Internacional de Felicidade – 02/11/2024 💜✨

28/03/2026

Uma corrente humana salvou um cachorro. Mas, no fundo, salvou algo ainda maior: a esperança.

Há dez anos, um grupo de jovens deu as mãos para salvar uma vida. Um gesto simples (e ao mesmo tempo imenso) de coragem, empatia e amor. Esse mês, em Almaty, essa história virou estátua. Virou memória. Virou símbolo.

Mas o mais importante não é o monumento.
É o que ele nos lembra.

Em tempos de tanta incerteza, conflitos e insegurança no mundo, seguir o coração também é um ato de resistência. Permanecer fiel ao nosso propósito: de cuidar, de ajudar, de sentir e amar, é o que nos mantém humanos.

A felicidade não nasce da ausência de problemas. Ela nasce desses pequenos grandes gestos que nos conectam.

Que a gente não esqueça da força que existe quando escolhemos estar juntos. Que a gente continue formando correntes de empatia, de presença, de cuidado.

Falar de felicidade, hoje, é uma das formas mais profundas de transformar o mundo. 💜✨

26/03/2026

E se a felicidade também fosse um compromisso coletivo?

No VIII Congresso Internacional de Felicidade, Mara Mourão () nos lembra que não existe transformação individual desconectada do mundo ao nosso redor. Cada escolha, cada atitude, cada forma de se relacionar com o outro… tudo isso constrói (ou desconstrói) o futuro que queremos viver.

Ser feliz não é apenas um estado — é também uma responsabilidade. É olhar para além de si e se reconhecer como parte de algo maior. É entender que pequenas ações têm o poder de gerar grandes movimentos.

Talvez a pergunta não seja só “como eu posso ser mais feliz?”, mas também: que impacto eu estou gerando na vida das outras pessoas?

✨ A felicidade é coletiva!

O que significa, de fato, viver em um mundo mais feliz?O Relatório Mundial de Felicidade 2026 nos mostra que a felicidad...
24/03/2026

O que significa, de fato, viver em um mundo mais feliz?

O Relatório Mundial de Felicidade 2026 nos mostra que a felicidade não é um sentimento isolado, nem algo que acontece apenas dentro de nós. Ela é construída em rede: nas relações, na confiança, no senso de pertencimento e na forma como organizamos a vida em sociedade.

Países que lideram o ranking, como Finlândia, Islândia e Dinamarca, não estão apenas “mais felizes”. Eles cultivam algo essencial: apoio social, segurança, liberdade e conexão humana.

Ao mesmo tempo, o relatório também revela um cenário que pede atenção. Em diferentes partes do mundo, emoções como preocupação, tristeza e ansiedade têm se tornado mais frequentes, especialmente entre jovens. Em alguns países, mesmo com mais acesso, mais tecnologia e mais possibilidades, o bem-estar não acompanhou esse crescimento.

E talvez isso nos convide a uma reflexão importante: não é só sobre o quanto avançamos, mas sobre como estamos vivendo esse avanço.

O próprio Relatório Mundial de Felicidade 2026 reforça que felicidade não é apenas a ausência de problemas, mas a forma como avaliamos a nossa vida como um todo — o quanto ela faz sentido, o quanto nos sentimos conectados e o quanto podemos confiar no mundo ao nosso redor.

Felicidade, no fim, não é um destino individual.
É um caminho coletivo.

E ele está sendo construído, todos os dias, nas pequenas escolhas, nas relações que nutrimos e na forma como cuidamos de nós, dos outros e do mundo.

👉 Você diria que estamos caminhando, como sociedade, em direção a uma vida melhor? Deixe nos comentários.

19/03/2026

Neste momento do VII Congresso Internacional de Felicidade, a música nos lembra de algo essencial: antes de qualquer palavra, existe o sentir.

Na palestra “Canto das Águas”, Alê de Maria conduz o público por uma experiência sensível, em que voz, silêncio e presença se encontram. A música aparece como caminho de reconexão com a natureza, com o outro e com aquilo que habita dentro de nós.

Felicidade está em parar um instante, respirar fundo e lembrar do que nos é essencial.

Que esse canto nos lembre da água que corre, da vida que segue e da beleza de estarmos aqui, juntos.

Você sente que sua mente nunca descansa de verdade?Mesmo quando o corpo para, a cabeça continua acelerada. Pensamentos, ...
10/03/2026

Você sente que sua mente nunca descansa de verdade?

Mesmo quando o corpo para, a cabeça continua acelerada. Pensamentos, notificações, preocupações, tarefas. Como se estivéssemos sempre com muitas “abas abertas” dentro de nós.

Na sabedoria de muitos povos originários, saúde não significa apenas ausência de doença. Significa viver em equilíbrio com a terra, com o tempo e com o próprio espírito.

Esse princípio é conhecido como Bem-Viver.

Práticas simples, como respeitar o ritmo do sol, escutar a natureza, cultivar momentos de silêncio e respirar com presença, podem ajudar a trazer a mente de volta ao essencial.

Salve este post para lembrar dessas práticas nos dias mais acelerados.

E envie para alguém que também está precisando de um pouco mais de presença.

💜 Conteúdo inspirado nos ensinamentos do educador indígena Kaká Werá.

05/03/2026

Você já conhece o conceito de neurodivergência?
Neste trecho da palestra da Dra. Thaíssa Pandolfi, apresentada no VIII Congresso Internacional de Felicidade, somos convidados a olhar com mais atenção para o conceito de neurodivergência: suas origens, seus sinais e, principalmente, os motivos pelos quais tantas pessoas recebem um diagnóstico apenas na vida adulta.

A médica explica como critérios diagnósticos historicamente construídos com base em perfis masculinos acabaram deixando muitas mulheres fora do radar. Enquanto isso, estratégias de adaptação social — como a chamada camuflagem— fazem com que sintomas sejam disfarçados, muitas vezes à custa de grande desgaste emocional.

O resultado? Anos de incompreensão, sofrimento silencioso e impactos profundos na saúde mental, nos relacionamentos e na vida profissional.

Com sensibilidade e base científica, a Dra. Thaíssa nos lembra da importância de ampliar o olhar, revisar preconceitos e construir caminhos de mais escuta, compreensão e acolhimento.

Entender a diversidade de funcionamento do cérebro também é um passo importante para uma sociedade com mais bem-estar e humanidade. 💜

Quem esteve lá?

05/03/2026

Você já conhece o conceito de neurodivergência?

Neste trecho da palestra da Dra. Thaíssa Pandolfi, apresentada no VIII Congresso Internacional de Felicidade, somos convidados a olhar com mais atenção para o conceito de neurodivergência: suas origens, seus sinais e, principalmente, os motivos pelos quais tantas pessoas recebem um diagnóstico apenas na vida adulta.

A médica explica como critérios diagnósticos historicamente construídos com base em perfis masculinos acabaram deixando muitas mulheres fora do radar. Enquanto isso, estratégias de adaptação social — como a chamada camuflagem— fazem com que sintomas sejam disfarçados, muitas vezes à custa de grande desgaste emocional.

O resultado? Anos de incompreensão, sofrimento silencioso e impactos profundos na saúde mental, nos relacionamentos e na vida profissional.

Com sensibilidade e base científica, a Dra. Thaíssa nos lembra da importância de ampliar o olhar, revisar preconceitos e construir caminhos de mais escuta, compreensão e acolhimento.

Entender a diversidade de funcionamento do cérebro também é um passo importante para uma sociedade com mais bem-estar e humanidade. 💜✨

Quem esteve lá?

Você luta contra a sua infelicidade ou a favor da sua felicidade?Nossa luta constante contra a dor, muitas vezes, nos af...
03/03/2026

Você luta contra a sua infelicidade ou a favor da sua felicidade?

Nossa luta constante contra a dor, muitas vezes, nos afasta da vida presente, do aqui e agora.
Vivemos tentando eliminar o desconforto, controlar as emoções, evitar frustrações.

Queremos uma felicidade limpa, sem rachaduras. Mas a experiência humana não é um território esterilizado. Ela pulsa, erra, sente, perde, recomeça.

A felicidade não nasce da negação da tristeza. Ela amadurece quando aprendemos a atravessá-la.
Parar de lutar contra cada incômodo não significa desistir da alegria, significa criar espaço para uma vida mais inteira, mais honesta, mais possível.

Você vive tentando evitar a dor… ou aprendendo a sentir?

Endereço

Alameda Ecologica Burle Marx, 2518
Curitiba, PR
82305-100

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