EAML A edição de 2024 acontecerá de 20 a 22 de novembro na Costa do Sauípe, Bahia.

Renovado e ampliado, o EAML 2025 reunirá 400 CEOs, líderes e especialistas do setor energético no Royal Palm Plaza, em Campinas/SP, para debater tendências, desafios e oportunidades do mercado livre de energia no Brasil. O Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML) é o principal evento do setor, reunindo líderes e especialistas para discutir as tendências e inovações no mercado de energia l

ivre. Este evento exclusivo oferece uma programação rica em conteúdos, debates e oportunidades de networking, proporcionando um ambiente propício para o desenvolvimento de negócios e fortalecimento de relações no setor energético.

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04/12/2025

Alguém disse ?

As fotos do EAML 2025 já estão disponíveis!

Acesse o álbum completo clicando no link disponível na bio .energia

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NOS VEMOS EM 2026!

MUITO OBRIGADO A TODOS QUE MARCARAM PRESENÇA NA 17º EDIÇÃO DO EAML!Seguimos juntos, conectando pessoas e ideias para con...
27/11/2025

MUITO OBRIGADO A TODOS QUE MARCARAM PRESENÇA NA 17º EDIÇÃO DO EAML!

Seguimos juntos, conectando pessoas e ideias para construir um mercado mais colaborativo, sustentável e livre!

Nos vemos em 2026!

27/11/2025

A 17ª edição do Encontro Anual do Mercado Livre reafirmou seu papel como um marco para o setor. Foram mais de 15 horas de conteúdo estratégico, conduzidas por mais de 40 palestrantes nacionais e internacionais, trazendo perspectivas relevantes para o futuro do mercado.

Durante dois dias, mais de 300 convidados se reuniram em um ambiente de troca, colaboração e construção de conhecimento.

Agradecemos a todos que fizeram parte desta edição histórica. Nos vemos em 2026!

ONS alerta para urgência em ampliar flexibilidade e coordenação no sistema elétrico brasileiroMaria Cândida, Gerente Exe...
27/11/2025

ONS alerta para urgência em ampliar flexibilidade e coordenação no sistema elétrico brasileiro

Maria Cândida, Gerente Executiva de Programação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), afirmou que Brasil, Colômbia e Austrália enfrentam desafios semelhantes relacionados à flexibilidade, à necessidade de potência e à integração de recursos distribuídos. Ela destacou que o país vive uma mudança estrutural acelerada e que as soluções exigem ação conjunta entre operação, reguladores e agentes do mercado.

Segundo Cândida, a curva do pato, antes prevista para afetar o sistema brasileiro apenas a partir de 2027, tornou-se realidade em 2025, antecipando os desafios operacionais. Ela relembrou o episódio de 10 de agosto, quando ocorreu um vale de carga profundo que exigiu corte de praticamente 100% da geração eólica e fotovoltaica em tempo real, além da redução do despacho hidráulico e uso de reservas operativas. “Se o sol tivesse mais forte, teríamos ainda menos margem”, observou.

A executiva reforçou que a operação precisa de respostas estruturadas e não fragmentadas. Para ela, o mercado terá papel decisivo ao agregar recursos, ampliar escala e entregar produtos que façam diferença na programação diária do sistema. “Pequenos montantes isolados não resolvem. Precisamos de agentes capazes de consolidar volumes e fornecer flexibilidade de verdade”, afirmou.

Cândida destacou três prioridades: fortalecimento da resposta da demanda, expansão do armazenamento e desenvolvimento de agregadores capazes de reunir cargas e geração distribuída. Ela também afirmou que o avanço depende de sinais econômicos claros, digitalização e regulação alinhada ao novo contexto operacional.

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Austrália alerta para necessidade urgente de ampliar flexibilidade no sistema elétrico No Encontro Anual do Mercado Livr...
27/11/2025

Austrália alerta para necessidade urgente de ampliar flexibilidade no sistema elétrico

No Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML 2025), Alex Cruickshank, diretor da consultoria Oakley Greenwood e integrante da Conferência Internacional de Grandes Redes Elétricas (CIGRE), apresentou um diagnóstico direto sobre os desafios estruturais da Austrália. O país opera hoje com 35% de energias renováveis e, devido à sua vasta extensão territorial e baixa densidade populacional, enfrenta pressões crescentes sobre redes regionais que já funcionam no limite.

O alerta central foi claro: ampliar a flexibilidade do sistema elétrico tornou-se uma necessidade urgente. Cruickshank explicou que a fragmentação entre mercados regionais exige coordenação mais avançada, digitalização e novos mecanismos para lidar com a variabilidade das fontes limpas. “A flexibilidade deixou de ser opção. É uma necessidade sistêmica”, afirmou.

O especialista destacou ainda que a expansão de baterias, veículos elétricos e recursos distribuídos exige ferramentas de automação e modelos que apoiem consumidores que não acompanham a evolução tecnológica. Nesse contexto, a inteligência artificial passa a ter papel decisivo na análise massiva de dados e na tomada de decisões operacionais.

Ao comparar os desafios da Austrália, que trabalha com um nível de renováveis muito menor que o brasileiro, próximo de 80%. Cruickshank afirmou que a experiência do país funciona como um alerta antecipado. “O primeiro passo é entender a escala do problema. O segundo é agir rápido”, concluiu.

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N5X afirma que abertura do mercado exige contrapartida central e mais liquidez para contratos futurosA CEO da N5X, Dri B...
27/11/2025

N5X afirma que abertura do mercado exige contrapartida central e mais liquidez para contratos futuros

A CEO da N5X, Dri Barbosa, afirmou hoje, no Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML 2025), que a nova etapa de abertura prevista na Lei 15.269 só se consolidará com o fortalecimento do mercado de atacado e a adoção de mecanismos que ampliem liquidez e reduzam risco. Ela destacou que a contrapartida central é o pilar que viabiliza o funcionamento de mercados mais maduros e a formação eficiente de preços.

Dri explicou que países que passaram por processos semelhantes, como Japão e mercados europeus, avançaram rapidamente quando adotaram sistemas multilaterais de negociação. Ela citou o caso japonês, que liberalizou o setor em 2017 e, apenas no primeiro semestre de 2025, movimentou em bolsa o mesmo volume de todo o ano anterior. “Quando a bolsa assume o papel de compradora de todos os vendedores e vendedora de todos os compradores, a liquidez cresce e as barreiras de crédito desaparecem”, afirmou.

A executiva também destacou que empresas brasileiras já operam contratos futuros de energia em mercados internacionais, o que demonstra que o modelo é viável e tecnicamente acessível. Segundo ela, a contrapartida central reduz a incerteza típica de operações bilaterais e permite que participantes atuem com mais segurança em ambientes voláteis, além de ampliar a profundidade do livro de ofertas.

Dri afirmou que a N5X vem desenvolvendo modelos de risco de crédito e liquidez com apoio técnico da ICC, da Nodal e da B3, acionistas do projeto. Ela disse que o desafio agora é acelerar a maturidade do mercado brasileiro para a abertura de baixa tensão. “Os agentes querem entender o novo mercado e já buscam referências fora do país. A liquidez virá quando tivermos uma estrutura que permita negociar com confiança”, afirmou.

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CCEE detalha avanços em segurança de mercado e impacto da nova Lei 15.269 na abertura para baixa tensãoEduardo Rossi, Co...
27/11/2025

CCEE detalha avanços em segurança de mercado e impacto da nova Lei 15.269 na abertura para baixa tensão

Eduardo Rossi, Conselheiro de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, afirmou que o Brasil avança em um modelo de segurança de mercado apoiado em várias frentes regulatórias e operacionais. Ele destacou que o setor segue um roadmap definido nos últimos anos.

Rossi explicou que esse roadmap reúne quatro pilares: critérios de entrada e saída de agentes, monitoramento prudencial, processo sancionador e criação de salvaguardas financeiras. Segundo ele, a CCEE já implantou a etapa de critérios de entrada e saída e concluiu dois anos de período-sombra do monitoramento prudencial, atualmente discutido na Consulta Pública 33/2025 da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. “Estamos seguindo o caminho acordado com o mercado e ajustando a partir dos aprendizados”, afirmou.

A nova Lei 15.269, sancionada após a tramitação da MP 1304, foi apontada como o principal avanço recente. Rossi disse que a legislação consolida a competência da CCEE para monitorar o mercado e adotar providências, incluindo requisição de garantias e aplicação de sanções. A lei também introduz a responsabilização de gestores e administradores por prejuízos causados ao mercado quando comprovado dolo ou culpa grave, ponto que, segundo ele, marca uma mudança relevante na governança do setor.

O executivo destacou que esses instrumentos serão decisivos para a abertura do mercado de baixa tensão prevista para ocorrer nos próximos anos. Ele afirmou que a expansão só será sustentável com base sólida de segurança. “A abertura precisa acontecer sem surpresas e com a robustez necessária para proteger consumidores e agentes”, disse.

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ENGIE destaca que formação de mercados elétricos exige décadas e integração regulatória contínuaLaurent Nery, Chefe do C...
27/11/2025

ENGIE destaca que formação de mercados elétricos exige décadas e integração regulatória contínua

Laurent Nery, Chefe do Centro de Especialização em Análise de Mercado da ENGIE Global Markets SAS, afirmou que a experiência europeia mostra que a criação de mercados elétricos competitivos leva muitos anos e demanda evolução regulatória permanente. Ela explicou que a abertura começou pelos grandes consumidores, avançou para o varejo e ganhou complexidade com sucessivos ajustes que fortaleceram a competição e ampliaram as trocas internacionais.

A executiva destacou que a Europa opera com diferentes ambientes complementares, como mercados de longo prazo, day-ahead, intraday e mecanismos de balanceamento em tempo real. Segundo ela, a liquidez aumentou gradualmente à medida que novos agentes entraram nesses mercados. “Ano após ano, surgem novas regras que dão ao mercado o ambiente correto para se desenvolver. A liquidez cresce devagar, mas cresce porque mais players precisam atuar”, afirmou.

Nery citou que a integração europeia exige coordenação contínua para lidar com fundamentos distintos entre os países. Ela exemplificou que a França tem preços mais baixos devido à forte disponibilidade nuclear, enquanto a Alemanha depende de térmicas nos períodos de pouco vento e registrou valores acima de €220 por MWh. Para ela, essas diferenças reforçam a necessidade de sistemas regulatórios capazes de sustentar o fluxo entre fronteiras.

A executiva concluiu que a construção de mercados sólidos depende de previsibilidade, estabilidade e integração regulatória. Ela afirmou que esse processo deve ser contínuo para viabilizar expansão de renováveis, garantir segurança e ampliar a eficiência econômica no longo prazo.

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EY afirma que Brasil está pronto para avançar com medidores inteligentesDurante o Encontro Anual do Mercado Livre de Ene...
27/11/2025

EY afirma que Brasil está pronto para avançar com medidores inteligentes

Durante o Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML 2025), organizado pela Informa Markets em coorganização com a Associação Brasileira de Comercializadores de Energia – ABRACEEL, Alexandre Vidal, Diretor Executivo de Infraestrutura e Mercados Regulados da EY, afirmou que os obstáculos históricos que impediram a expansão dos medidores inteligentes no Brasil já foram superados. Ele destacou que custo, tecnologia, padronização e capacidade industrial, pontos críticos do passado, hoje estão resolvidos.

Vidal explicou que o preço dos medidores inteligentes caiu de forma significativa na última década, chegando a menos de um décimo do valor anterior. Ele citou que o país já conta com pelo menos oito fabricantes habilitados com produtos homologados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – INMETRO, o que elimina riscos de dependência tecnológica. “Todos os aspectos técnicos e industriais estão prontos. Falta apenas consolidar o avanço regulatório”, afirmou.

O executivo lembrou que distribuidoras como Enel e Copel já instalaram milhões de unidades e mantêm planos de expansão. Segundo ele, a capacidade industrial atual permitiria substituir todos os medidores do país em três a quatro anos se o ritmo de implantação fosse acelerado. Ele também mencionou o caso da Tepco, no Japão, que instalou 30 milhões de medidores em seis anos, com média diária de 13 a 14 mil unidades.

Vidal destacou que o próximo desafio está no volume de dados produzido pelos medidores inteligentes. Um equipamento simples envia uma leitura mensal, enquanto modelos avançados podem gerar até um milhão de dados no mesmo período. Para ele, essa mudança exige modernização dos sistemas internos das distribuidoras para transformar dados em informação útil para operação, planejamento e atendimento ao consumidor.

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COBERTURA DO EVENTO 📸Especialista internacional destaca papel da IA e da digitalização para integrar veículos elétricos ...
27/11/2025

COBERTURA DO EVENTO 📸

Especialista internacional destaca papel da IA e da digitalização para integrar veículos elétricos e baterias

Durante o Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML 2025), organizado pela Informa Markets em coorganização com a Associação Brasileira de Comercializadores de Energia – ABRACEEL, Alex Cruickshank, consultor da Oakley Greenwood e integrante do Conselho Internacional de Grandes Sistemas Elétricos – CIGRE, afirmou que a inteligência artificial terá papel central na operação dos sistemas elétricos à medida que cresce a adoção de baterias e veículos elétricos. Ele explicou que muitos consumidores não acompanham a tecnologia de perto, o que exige soluções automatizadas capazes de operar em nome do usuário.

Cruickshank destacou que modelos de IA permitem programar previamente comportamentos desejados, garantindo que equipamentos como baterias e carregadores respondam automaticamente a preços, horários e condições da rede. Segundo ele, essa automação será fundamental para ampliar a participação de recursos energéticos distribuídos.

O especialista mencionou projetos conduzidos com o governo australiano para avaliar riscos e oportunidades do uso coordenado desses recursos. Ele também observou que o Brasil já discute a figura do Operador de Sistema de Distribuição – DSO, que integra recursos distribuídos, conhecidos como DER. Para Cruickshank, essa evolução regulatória é essencial para que o país avance no uso de tecnologias inteligentes.

Ele concluiu que a digitalização da rede e a definição de parâmetros automáticos para o consumidor serão decisivas para garantir eficiência e segurança na modernização do setor elétrico, principalmente com a expansão dos veículos elétricos.

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Durante o Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML 2025), organizado pela Informa Markets em coorganização com a...
27/11/2025

Durante o Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML 2025), organizado pela Informa Markets em coorganização com a ABRACEEL, Danilo Barbosa, CEO da Way2, destacou que a inteligência artificial terá impacto transversal no setor elétrico, seguindo o ritmo de mercados como Estados Unidos, Europa e Austrália. Ele apontou que a primeira transformação já ocorre na produção de software, com maior automação e ciclos mais rápidos.

Barbosa ressaltou que a próxima grande mudança será na interação dos usuários com sistemas de energia. Modelos de linguagem permitirão que análises sejam solicitadas diretamente à IA, eliminando a necessidade de relatórios manuais. “O usuário passa a conversar com a IA e pedir análises que antes dependiam de desenvolvimento pontual”, explicou.

Dois casos de uso já aplicados pela Way2 foram apresentados. O primeiro utiliza machine learning para combinar perfis de consumo com produtos tarifários, identificando automaticamente clientes que podem se beneficiar de preços por horário. O segundo emprega IA generativa para interpretar faturas digitalizadas e reestruturar dados, replicando o aprendizado humano. No entanto, Barbosa observou que muitas dessas aplicações ainda dependem de dados que deveriam estar estruturados nas distribuidoras.

O avanço real, segundo ele, está condicionado ao acesso direto aos dados do consumidor, previsto na minuta de Open Energy tratada na Consulta Pública nº 7 do MME e na Nota Técnica nº 17. Com APIs para acesso a dados, o setor poderá criar valor sobre uma base estruturada, eliminando a necessidade de digitalizar faturas. Barbosa afirmou que as primeiras resoluções sobre o tema devem avançar ainda este ano, com implementação prevista para 2027 e amadurecimento do ecossistema até 2028.

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COBERTURA DO EVENTO 📸Paradigma aponta evolução do backoffice e integração com APIs como etapa decisiva para o varejo de ...
27/11/2025

COBERTURA DO EVENTO 📸

Paradigma aponta evolução do backoffice e integração com APIs como etapa decisiva para o varejo de energia

Durante o Encontro Anual do Mercado Livre de Energia (EAML 2025), organizado pela Informa Markets em coorganização com a Associação Brasileira de Comercializadores de Energia – ABRACEEL, Luciano Benelli, Head de Operações da Paradigma, afirmou que a digitalização do backoffice e a integração com as novas APIs da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE são etapas essenciais para destravar o avanço do varejo elétrico.

Benelli explicou que o mercado conseguiu unificar dados em uma única base, mas os sistemas internos ainda criavam gargalos operacionais. “Os sistemas de backoffice eram muito deficitários de integração e tornavam o processo moroso”, afirmou. Ele destacou que as APIs lançadas recentemente permitem integrar processos de forma fluida e reduzir a carga operacional das empresas.

O executivo observou que as plataformas evoluíram de simples consolidadoras de dados para sistemas capazes de organizar toda a jornada do cliente. “Agora é a hora de entregar essa jornada ao consumidor final, com migrações e interações totalmente integradas”, disse, citando as novas funcionalidades da CCEE para migração residencial.

Sobre marketplace, Benelli afirmou que o setor já dispõe da tecnologia necessária. “O que falta é o momento em que o mercado de energia estará preparado para entrar no modelo de marketplace”, comentou, destacando que experiências em outros mercados indicam que essa transição tende a ocorrer com rapidez.

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Endereço

Royal Palm Plaza Resort
Campinas, SP
13051-092

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