21/05/2025
Quando fundamos a RGFM Sound Branding, lá em 2012, não queria que fôssemos mais um grupo de djs descolados-criadores-de-playlists-bacaninhas. Disso o mercado está mais que servido. Pra gente se posicionar bem em qq situação, seja numa resenha de bar ou numa reunião de trabalho, temos que sair da intuição, do feeling, e mergulhar no conhecimento, na técnica por trás do assunto. E se estamos falando de branding, temos que falar de arquétipos, teoria desenvolvida pelo psicólogo Carl Jung para atribuir características humanas a uma marca ("persona"), facilitando a conexão emocional com o seu consumidor final.
📓 E assim, sedento pela "técnica", devorei o livro que explodiria minha mente e daria o match perfeito com toda nossa base musical: "The Hero and the Outlaw", escrito por Margareth Mark e Carol S. Pearson. O livro faz uma bem sucedida ponte entre marcas e os 12 arquétipos de Jung, trazendo diversos cases que mostram que as campanhas mais bem sucedidas (e consequentemente as mais lucrativas) são aquelas orientadas por seus arquétipos e melhor percebidas no inconsciente dos seus consumidores. Por outro lado, exemplos também não faltam de campanhas milionárias que fracassam justamente por se distanciarem de seus arquétipos originais, afastando-se do seu público.
🎵 Quando vc entende o "rolê" f**a claro quem é aquela marca com quem vc tá conversando e que som ou música a define. Clientes de um mesmo segmento podem representar personas diferentes e, consequentemente, "ouvirem" coisas diferentes. Esse é o detalhe que separa a intuição da técnica.
😉 Se quiser saber um pouco mais sobre os arquétipos e alguns exemplos da vida real rsrs a gente fez um artigo que está no blog do nosso site. Link bio.
See ya!