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MDB BUSCA O MELHOR CAMINHO A SEGUIRMesmo rachado o MDB catarinense decidiu mexer-se e procurar um novo caminho após ter ...
24/02/2026

MDB BUSCA O MELHOR CAMINHO A SEGUIR

Mesmo rachado o MDB catarinense decidiu mexer-se e procurar um novo caminho após ter sido escanteado da chapa à reeleição do governador Jorginho Mello (PL) que, surpreendeu ao optar pelo prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo) para ser seu candidato a vice nas eleições deste ano.

De acordo com o colunista político Paulo Rolemberg, do portal de notícias ND Mais, depois do “chega pra lá” de Jorginho, o MDB realizou quatro encontros macrorregionais (reunindo lideranças de 146 municípios – metade do Estado) para ouvir sua base integrada por 70 prefeitos e 741 vereadores e outras lideranças partidárias.

Para o jornalista, o resultado da consulta emedebista mostrou algumas alternativas: candidatura própria; aliança com João Rodrigues (PSD) indicando o vice; composição com Gelson Merísio; ou apoio a Jorginho fora da majoritária. A tendência parcial aponta para aproximação com João Rodrigues. E aqui está o ponto central. O PSD sabe que precisa de capilaridade no interior. O MDB sabe que precisa de protagonismo.

Rolemberg entende que, para o MDB apostar em candidatura própria exige caixa, unidade e nome viável: três variáveis que ainda precisam ser consolidadas. Mas há também um cálculo claro: fora da majoritária, o partido encolhe no médio prazo. E que, o MDB não decidiu ainda com quem vai caminhar. Mas decidiu algo talvez mais importante: não aceitará caminhar atrás.

Para finalizar, segundo o colunista, o partido tenta recuperar autoestima. Se vai conseguir transformar mobilização interna em viabilidade eleitoral, é outra conversa. (Foto: divulgação)

O RISCO DAS “CANETINHAS”O jornalista Leandro Mazzini, titular da Coluna Esplanada, publicada, também, no portal de notíc...
16/02/2026

O RISCO DAS “CANETINHAS”

O jornalista Leandro Mazzini, titular da Coluna Esplanada, publicada, também, no portal de notícias NDMais, fez um importante alerta na edição desta segunda-feira, dia 16/02/26 sobre um tema que está causando grande preocupação à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): o uso indiscriminado sem acompanhamento médico das chamadas "canetas emagrecedoras" (medicamentos agonistas do receptor GLP-1, como Ozempic, Saxenda, Wegovy e Mounjaro).

Segundo o jornalista a turma que anda aplicando por conta própria a “canetinha” precisa mesmo é de um ansiolítico. Alertam os endocrinologistas consultados pela Coluna: Os medicamentos são para tratamento de diabetes, não para emagrecimento – que é um efeito colateral no corpo. Deve-se ter atencioso acompanhamento médico para aplicação das “canetinhas”.

O alerta da agência feito recentemente destaca o risco de Pancreatite aguda (inflamação no pâncreas), um efeito adverso grave que pode evoluir para falência de órgãos. Para agravar ainda mais seis óbitos estão sob investigação, com suspeita de relação direta entre a pancreatite e o uso descontrolado desses medicamentos.

Continua a Anvisa que, as notif**ações de eventos adversos aumentaram drasticamente, passando de um caso suspeito em 2020 para 45 apenas em 2023, totalizando cerca de 145 relatos recentes. E que o risco é maior quando os medicamentos são usados para fins estéticos, sem indicação médica para obesidade ou diabetes, ou com doses inadequadas.

Ainda, segundo o órgão fiscalizador, outro agravante é o risco da comercialização de produtos de forma irregular e falsif**ados. Por isso a recomendação é que esses medicamentos só devem ser utilizados com prescrição médica.

Aos médicos, é recomendada a suspensão imediata em casos de suspeita de pancreatite. Ao público, a orientação é buscar atendimento de emergência se sentir dores abdominais fortes, náuseas e vômitos persistentes após o uso. O alerta engloba todos os medicamentos que contêm semaglutida, liraglutida, tirzepatida e dulaglutida. (Com informações do Google)

O desmantelamento silencioso da democracia07/10/25Eduardo Berbigier As contínuas manifestações de descontentamento, vist...
08/10/2025

O desmantelamento silencioso da democracia
07/10/25

Eduardo Berbigier

As contínuas manifestações de descontentamento, vistas em frente aos quartéis em 2022 e, mais recentemente, em diversas cidades, sinalizam que uma parcela signif**ativa da população brasileira entende profundamente os desafios políticos do país. Longe de serem meros atos isolados de frustração, esses movimentos revelam um crescente despertar cívico e a clara percepção de que as estruturas tradicionais de poder e representação não estão mais atendendo aos anseios populares. É um clamor que indica que a sociedade não apenas reconhece a crise institucional em curso, mas também busca, de forma ainda incipiente, os meios para resistir ao que muitos consideram ser um desmantelamento gradual e silencioso da ordem democrática estabelecida.

Contudo, essa mesma população encontra-se privada dos meios de ação necessários para transformar sua indignação em força política organizada, uma carência imposta por uma elite. Faltam-lhe, por exemplo, militância e lideranças.

Em contraste, a esquerda, com mais de 150 anos de tradição mundial e presença consolidada no Brasil há mais de 50 anos, demonstra consciência exata da importância da militância e da mobilização. Recentemente, um líder esquerdista declarou: "Queremos militância nas faculdades privadas". Há muitos e muitos anos, a esquerda está presente nas faculdades públicas e privadas, pois os universitários são os futuros economistas, arquitetos, advogados, juízes e políticos – a "classe falante" – que sustentarão o movimento ideológico.
Lembrando a célebre frase "É a economia, estúpido!", cunhada por James Carville em 1992 para focar a campanha de Bill Clinton, é fundamental que a sociedade brasileira tenha consciência: É a política!

É preciso ter plena clareza de que a esquerda detém um poder de controle considerável sobre inúmeros veículos e profissionais de comunicação, universidades e seu corpo docente, a classe artística (cantores, escritores, autores de novelas) e boa parte da infraestrutura estatal.

Nesse cenário, a eleição de senadores, deputados, governadores, prefeitos e vereadores, muitas vezes, signif**a apenas colocá-los dentro de um esquema de poder já estabelecido e dominado.

Isso f**a claro nas votações e nos acordos legislativos que, quase sempre, atendem exclusivamente aos interesses dos próprios parlamentares, em detrimento dos interesses reais do País. Regras legislativas são alteradas não para o bem público, mas para garantir a permanência no poder de forma indefinida ou para favorecer seus sucessores e apaniguados. Muitos passam a ocupar cargos no governo e são pautados pela mídia de esquerda.

Erosão democrática e cenário de coação
Como consequência, o Brasil tem testemunhado uma erosão gradual das proteções democráticas. São processos que envolvem a neutralização da oposição, a centralização do poder (que será estabelecida definitivamente com a reforma tributária), um controle ainda 'discreto' da mídia e a fragilidade institucional. Soma-se a isso um sistema de segurança pública fraco, incapaz de combater a corrupção, as inúmeras mortes e assassinatos e o comando do narcotráfico em morros, favelas e grandes extensões do território nacional, criando um solo fértil para o surgimento de movimentos paralelos e tiranos.

Vale ressaltar que a transição para o autoritarismo raramente é abrupta; é um processo lento de erosão.

O Brasil já tem sido apontado em certos contextos como um narcoestado, e não é impossível que, em setores-chave da administração, o País viva um cenário de coação semelhante àquele retratado na série colombiana “Pablo Escobar, El Patrón del Mal” (Netflix).

Em um trecho marcante (capítulo 16), Pablo Escobar notif**a o Coronel Pedregal, comandante das forças policiais, com um ultimato claro: "Ou recebe 100 mil dólares mensais [...] para oferecer a proteção necessária ao Cartel de Medellín, de modo que não tenham problemas com a lei, ou eu mato o senhor, seu pai, sua mãe, seus tios, sua esposa Maria, seus filhos Santiago e Pilar e até sua avó. Se sua avó já morreu, eu a desenterro e a mato de novo". Ao ser questionado se era uma ameaça, Escobar responde que é uma "notif**ação oficial".

Essa ficção levanta um questionamento crítico: se a política é dominada e o Estado é fragilizado, setores da administração pública podem estar vivendo uma coação semelhante, onde a escolha não é entre o certo e o errado, mas sim entre a submissão e a destruição. A política, mais do que nunca, exige a eterna vigilância.

O declínio da República e o risco de irreversibilidade
O atual governo brasileiro, sob o pretexto de estabilidade e "pacif**ação", tem levado a cabo um projeto de poder que solapa as fundações da República. A insistente investida sobre o arcabouço fiscal, a manutenção de um inchaço ministerial alimentado por critérios puramente políticos em detrimento da meritocracia e a clara priorização de gastos clientelistas em detrimento do saneamento básico e da infraestrutura essencial, demonstram um alarmante descompromisso com o futuro sustentável da Nação. O preço dessa política, focada na perpetuação do status quo e no financiamento da máquina ideológica, será pago por gerações, na forma de um endividamento insustentável e da paralisia do desenvolvimento.

Ademais, a tolerância e até o incentivo a um discurso que busca reescrever a história recente do País e deslegitimar instituições que, historicamente, se opuseram ao seu projeto hegemônico, criam um ambiente de profunda incerteza jurídica e social. Ao promover uma política externa baseada em alinhamentos ideológicos arriscados, em detrimento dos interesses comerciais estratégicos do Brasil, e ao permitir que a corrupção volte a pairar sobre estatais e fundos de investimento com uma inquieta familiaridade, o governo não apenas flerta com o autoritarismo, mas pavimenta o caminho para a irreversibilidade do declínio institucional. A responsabilidade por esse silencioso desmantelamento recai sobre uma gestão que trocou a governança pela doutrina.

Eduardo Berbigier é advogado tributarista, especialista em Agronegócio, membro dos Comitês Juridico e Tributário da Sociedade Rural Brasileira e CEO do Berbigier Sociedade de Advogados.

Com mais de 100 lojas, Araquari terá novo shopping a céu aberto Um novo centro comercial está em construção em Araquari,...
02/06/2025

Com mais de 100 lojas, Araquari terá novo shopping a céu aberto

Um novo centro comercial está em construção em Araquari, cidade do Norte catarinense que apresentou um dos maiores crescimentos econômicos do país nos últimos anos.

O empreendimento, chamado Multi Space Araquari, terá mais de 100 lojas e previsão de entrega em outubro deste ano.

O projeto é da ABecker, empresa com sede em Joinville e atuação no setor de urbanismo e shoppings. O novo shopping, situado no bairro Itinga, será no modelo open mall (céu aberto), com foco em serviços e conveniência, e deve gerar 600 empregos diretos.

A estrutura contará com quatro lojas âncoras — Brasil Atacadista, Lojas Millium, Lojas Koerich e Farmácia São João — além de estacionamento com 800 vagas e área bruta locável de 14 mil m².

Segundo a empresa, o objetivo é atender à demanda crescente da cidade por estrutura comercial integrada.

Entre os serviços previstos estão padaria, academia, lavanderia, pet shop, centro de estética, barbearia, salão de beleza, centro automotivo, peixaria, loja de roupas, calçados, sapataria, costureira, sorveteria e hamburgueria.

“A região Norte de Santa Catarina vive um momento excepcional de crescimento. Araquari, por exemplo, saltou de uma economia de R$ 532 milhões para R$ 7,4 bilhões nos últimos dez anos e hoje possui o terceiro melhor PIB per capita do Estado. Estamos com o Multi Space de Joinville também em andamento e acreditamos muito no potencial desta região. Nosso objetivo é trazer ainda mais opções de comércio, conveniência e geração de empregos para que as cidades continuem crescendo com qualidade e oportunidades para a população”, afirma Anderson Becker, CEO da ABecker.

Joinville terá ‘shopping a céu aberto’

Além do projeto em Araquari, a empresa desenvolve o Multi Space Joinville, no bairro Aventureiro. Com área total de 54 mil m² e 30 mil m² de área locável, o espaço terá praça de alimentação coberta por vidro, 870 vagas de estacionamento e diversas operações voltadas a gastronomia, saúde, beleza, setor bancário e infantil.

A entrega da primeira fase, que inclui a unidade do Komprão Koch Atacadista, está prevista para o fim deste ano. O projeto é realizado em parceria com a Lepper Empreendimentos Imobiliários. (Richard Vieira – Portal de Notícias ND+)

O fortalecimento do partido é a meta da nova gestão do MDB de Araquari MDB forte é um dos principais compromissos assumi...
30/05/2025

O fortalecimento do partido é a meta da nova gestão do MDB de Araquari

MDB forte é um dos principais compromissos assumidos pela nova direção da executiva do partido em Araquari, eleita na convenção realizada no último dia 18 de maio. Os projetos defendidos pelo novo presidente emedebista, o empresário Noimar Zancanaro visam fortalecer o partido dando mais transparência e democracia.

Segundo o presidente, o MDB de Araquari é um dos partidos mais organizados do estado e é preciso que seja forte para continuar sua história de lutas que foi a responsável pelo crescimento da cidade, iniciado pelo então saudoso governador Luiz Henrique, na gestão do prefeito emedebista João Pedro Woitexem.

Nos compromissos da nova gestão está uma campanha de filiação visando aumentar a participação de pessoas de toda a cidade visando o surgimento de novas lideranças na política de Araquari. Para facilitar esta ação Noimar está contando com o apoio das atuais lideranças como o colégio de suplentes e dos segmentos que integram o diretório do partido.

Noimar quer maior movimentação da Fundação Ulysses Guimarães (FUG – um segmento de formação de novos líderes) utilizando as diretrizes do partido para ir aos bairros convidar pessoas que queiram participar da política no MDB. Para facilitar este trabalho uma das propostas é instalação de uma sede fixa do partido na cidade.

Há 30 anos integrando e participando da agremiação política de Araquari o presidente disse que, também seu vice, o assessor parlamentar Ronaldo Espindula terá uma forte participação na gestão da sigla. “O Ronaldo também tem uma história de lutas no MDB onde já foi candidato a vice-prefeito na eleição de 2020, além de atuar fortemente nas ações e movimentos realizados na cidade, região e no estado”, explicou.

A diretoria executiva do MDB de Araquari ficou assim definida:

Presidente: Noimar Zancanaro
Vice-presidente: Ronaldo Espíndula
2ª Vice-presidente: Neuza Woitexem
Secretário-geral: Izidoro Leandro
Tesoureiro: vereador Marcos da Maia Vicente Júnior
Secretaria Especial do MDB Mulher: Kátia Regina Cardoso da Silva

ARAQUARIEnquanto prefeito promete doação de prédios públicos para entidades privadas a prefeitura gasta dinheiro de impo...
25/09/2024

ARAQUARI

Enquanto prefeito promete doação de prédios públicos para entidades privadas a prefeitura gasta dinheiro de impostos em alugueis de imóveis

Há cerca de três meses para deixar o cargo o prefeito Clenilton Pereira (PSD) fez uma live para confirmar que ira doar o prédio do Fórum de Justiça da cidade, altamente valorizado, no centro, à Associação Comercial, Industrial e Agrícola (Aciaa) de Araquari.

A doação, segundo o prefeito, deve-se ao fato que a entidade privada, solicitou um imóvel público para substituir o que ocupa atualmente porque no dia em que a BR-280 for duplicada a entidade perderá parte do seu estacionamento, localizado as margens da rodovia.

Preocupado com o problema o prefeito Pereira pretende “retribuir a ajuda que a Aciaa vem dando ao desenvolvimento de Araquari, ao longo dos seus 29 anos de existência”. O “presente” à Aciaa somente será possível porque o Fórum irá mudar para um novo prédio, construído pelo Tribunal da Justiça, nas proximidades.

O fator antagônico nesta medida e que coloca em cheque a intensão do alcaide é que hoje a prefeitura de Araquari recorre a locação de dezenas de imóveis, por valores caros para abrigar as respectivas repartições de prestação dos serviços públicos à população.

E para agravar ainda mais o quadro o prefeito afirma que pretende doar outros prédios públicos para mais entidades privadas como: Câmara de Diretores Lojistas (CDL) e Associação das Micros, Pequenas e Médias Empresas (Ajorpeme).

A dúvida é como se dará o processo de doação dos prédios às entidades. Os atuais vereadores aprovarão? E o Ministério Público como se pronunciará diante do festival de bondades do prefeito?

PESQUISA ELEITORAL - Esta denúncia surgiu com a informação que a Aciaa havia encomendado, registrado e pago uma pesquisa de opinião para saber sobre a preferência dos araquarienses em relação aos candidatos às eleições municipais deste ano na cidade. A pesquisa foi publicada dias depois do anúncio da confirmação da doação do prédio.

Também não é coincidência que o ex-presidente da entidade, Londry Turra é hoje secretário de Desenvolvimento Econômico da prefeitura. E o seu substituto na Aciaa é o empresário Vilmar Leoni. Segundo o prefeito, partiu dos dois dirigentes o pedido para a doação de um imóvel à associação.

A entidade que representa mais de 200 empresas de Araquari estaria em dificuldades financeiras? Mas onde teria conseguido recursos para pagar, registrar e publicar a pesquisa que deve ter custado um valor considerável.

Para consolidar sua imagem de “bonzinho” o prefeito Clenilton afirmou que a atual sede da Aciaa será doada para a Polícia Civil, sem a preocupação inicial do desaparecimento do estacionamento do local com a duplicação da BR-280.

O prefeito preferiu não entrar no mérito se a pesquisa bancada pela Aciaa foi uma “compensação” pela indicação do ex-presidente da entidade à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e a doação do prédio. Aliás, teria sido coincidência o Gordo, candidato da situação surgiu na liderança da pesquisa com 52.05% de popularidade.

Enquanto os outros três candidatos do MDB, PL e PT somaram 47.95%, totalizando 100% da pesquisa. Mas onde está o percentual de brancos, nulos e indecisos? E o grau de credibilidade da pesquisa é de quanto? Simplesmente divertida a inquirição.

Para a comunidade restaram dúvidas: qual o interesse da Aciaa em uma pesquisa política partidária privilegiando o afilhado do prefeito? O que será?

Martinha 1500 e Kátia 15Agradeço todos que compareceram para o bate-papo com a minha mulher a Martinha, que é candidata ...
31/08/2024

Martinha 1500 e Kátia 15

Agradeço todos que compareceram para o bate-papo com a minha mulher a Martinha, que é candidata a vereadora pelo MDB de Araquari, em nossa casa, no bairro Areias Pequenas, na sexta-feira (ontem).

E também a vereadora Kátia, que é candidata a prefeita tendo o Gilson da Farmácia como vice (15), e nossos queridos vizinhos.

Na oportunidade a Kátia falou sobre os seus compromissos para os araquarienses.

Principalmente em setores abandonados pela atual gestão como a Saúde (onde é total a inoperância que tornou-se o desespero de milhares de famílias), a fraca Educação comandada por inexperientes, a inexistente Mobilidade, enfim, a decepcionante prestação nos serviços públicos.

A candidata mostrou que é possível, sim, a solução para melhorar a qualidade de vida da população sem obras faraônicas, desnecessárias e principalmente as eleitoreiras.

A Martinha expôs aos presentes que vereador é um importante elo de ligação entre o povo e os vários setores na busca de soluções. E que há muito por fazer em termos de políticas públicas para as mulheres, crianças e idosos.

“Por isso é importante que dia 06 de outubro a escolha para mudar de verdade por quem gosta de gente é votar 15 para prefeita e 1500 para vereadora”.

Deputado Zé Trovão denuncia ameaça à democracia brasileira nos Estados UnidosParlamentar retorna dos Estados Unidos cons...
19/03/2024

Deputado Zé Trovão denuncia ameaça à democracia brasileira nos Estados Unidos

Parlamentar retorna dos Estados Unidos consciente que a missão foi cumprida

De retorno a viagem aos Estados Unidos, o deputado federal Zé Trovão (PL), disse que os principais meios de comunicação e os congressistas daquele país manifestaram espanto, preocupação e solidariedade com a escalada do autoritarismo judicial, causada pelo atual governo, que está causando instabilidade à democracia no Brasil.

A comitiva de 19 parlamentares brasileiros que viajou, na última semana, cumpriu uma extensa agenda em Washington, que incluiu uma coletiva de imprensa no Capitólio, reunião com o embaixador de Israel nos EUA, encontro com a comunidade brasileira no Exterior, organizado pelo Movimento Yes Brasil USA.

O destaque foi também a participação da sessão na Comissão dos Direitos Humanos do Congresso Americano, a convite do presidente Christopher Smith. No comitê, o deputado Zé Trovão relatou que, a justiça brasileira não respeita a legislação, pois descondenou Lula, já condenado em três instâncias por vários crimes.

Inclusive, desconsiderando a Lei de Ficha Limpa que o impedia de ser candidato a presidente. “Na verdade ele não é presidente, ele foi colocado presidente”, reforçou Trovão. O parlamentar denunciou ainda que, a esquerda brasileira não respeita os direitos humanos, coisa que nos Estados Unidos é diferente, a esquerda respeita os direitos humanos.

Na entrevista ao jornalista Marcos Schotgues, da The Epoch Times, Zé Trovão criticou o atrelamento de setores da grande imprensa no Brasil que, por interesses financeiros, fazem o jogo do atual governo faltando com a verdade desinformando a população. “Eles dizem que está indo bem, que o Brasil está crescendo quando a verdade não é essa, ela é escondida embaixo dos panos”, afirmou.

Para se ter uma ideia, sobre a estada da comitiva brasileira nos EUA, segundo Trovão, nas redes sociais, foram criadas narrativas que os deputados não foram recebidos no Capitólio. Também que a tribuna era muito velha para ser a atual e que tudo não passou de fake.

Para o parlamentar, o importante é que a receptividade foi a esperada. O salto foi positivo, foi entregue um dossiê sobre as ações do ministro do SFT, Alexandre de Moraes e do governo Lula, no Brasil. E o importante apoio da CPAC – Conferência de Ação Política Conservadora, maior organização conservadora americana, que demonstrou interesse em apoiar a causa dos brasileiros.

03/02/2024

Paulo Alceu: “o Congresso com maturidade tem a obrigação de frear esses avanços que estão colocando o Brasil num cenário ditatorial. E não se trata de um

02/02/2024

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Araquari, SC

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