20/06/2013
Há países onde os seus povos, não se identificam com os seus governos. Novas ideologias surgem e outras, extremizam-se. Alguns governos, parecem governarem-se para eles próprios ou para outros, que não para os seus povos. As rivalidades surgem, uns revoltam-se contra as injustiças praticadas pelos políticos do seu país; outros, porque anseiam também ocupar o poleiro bom..que deve ser o caso deste líder da renamo.
Em Portugal, existem as duas rivalidades: os que se revoltam, porque estão fartos de políticas e políticos incompetentes; e outros existe, os que mentem ao povo, só para assaltar o poleiro para também lá ir “mamar”.
Um mundo globalizado é, por definição, um mundo sem fronteiras. No entanto, existem cada vez mais territórios a querer criar as suas próprias fronteiras, pois se há aspectos positivos num mundo em globalização, novos aspectos negativos também surgem. Os poderosos do estrangeiro, entram fácilmente nos países mais fracos, gerando conflitos sociais xenófonos, económicos e choques de ideologias. Posto isto, sentem alguns povos/países, como poderia muito bem ser Portugal, necessidade de se proteger, criando barreiras e até fronteiras, não necessáriamente por serem fracos, mas de proteccionismo, coisa que falta em portugal. Veja-se por exemplo a Suiça, para o impedimento de entrada excessiva de emigrantes, "fechando as suas fronteiras".
Começa-se cada vez mais, mesmo os países evoluídos da Europa, a sentir movimentos defensores de que o melhor é mesmo ter fronteiras bem definidas e criar laços de bom relacionamento económico com os países vizinhos e outros.
Nós, por cá, somos o lixo do mundo...tudo entra e tudo passa por aqui "livremente". Os estrangeiros mandam em nós, emanam políticas e influenciam os políticos portugueses a aplicar o que os outros querem e bem entendem, em prol dos interesses estrangeiros, num enorme desrespeito pela identidade de um povo, uma nação...Portugal independente!
Para que Portugal volte a ser um país independente e respeitado pelo mundo, só memso dando mais "voz" às forças políticas mais à esquerda, não por estas serem mais competentes ou inocentes, mas pelo menos, estão menos ligados aos grandes grupos económicos, alta finança (banca) e elites, que são esses os verdadeiros beneficiários das políticas do PS, da parte menos socialista e das do PSD, que insistem em continuar a empobrecer o povo Português.